<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952</id><updated>2011-07-30T21:00:08.812-07:00</updated><title type='text'>Espiritismo em Pauta</title><subtitle type='html'></subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>36</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-629632108695545695</id><published>2009-08-17T18:34:00.000-07:00</published><updated>2009-08-17T18:46:49.946-07:00</updated><title type='text'>A Dúvida e a Fé</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não há nada mais saudável do que, vez ou outra, questionar a própria fé, as próprias crenças. Em alguns momentos dolorosos questionamos tudo aquilo em que acreditamos, refletindo se nossa visão de mundo, nossa expectativa com relação ao porvir faz algum sentido. Quando nos deparamos com estas situações podemos tomar alguns posicionamentos benéficos:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;- procurar da forma mais crítica, flexível e aberta possível se os fundamentos da nossa crença são consistentes. As vezes percebemos que os argumentos de nossa crença já não nos satisfazem mais, de modo que procuramos averiguar se existem outros argumentos mais profundos que satisfaçam nossa fé. Se não encontrarmos podemos construir novas visões de mundo e buscar por explicações que nos sejam mais plausíveis e mais funcionais para nossa existência;&lt;br /&gt;- no caso de aprofundarmos os argumentos que embasam nossa fé, conseguimos deixá-la mais fortalecidae, amparada numa base mais racional.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Desde que promoveu a codificação da Doutrina Espírita pelo Espiritismo, Kardec sempre defendeu arduamente que a nossa fé deveria poder encarar frente a frente a razão em todas as épocas e espaços. Portanto, a dúvida não é sinal de fraqueza ou falta de convicção. Mas uma aliada no processo de fortalecimento de nossos posicionamentos, de modo que não há nada como um permanente processo de questionamento para nos fazer crescer.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-629632108695545695?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/629632108695545695/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=629632108695545695' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/629632108695545695'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/629632108695545695'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2009/08/duvida-e-fe.html' title='A Dúvida e a Fé'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-2929587544904122040</id><published>2009-08-13T09:54:00.000-07:00</published><updated>2009-08-13T10:21:15.624-07:00</updated><title type='text'>Espiritismo e Processo Adaptativo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Adaptação não significa de maneira nenhuma processo de passividade e comodismo. Em muitas situações o mecanismo adaptativo é extremamente desconfortável e oposto à situação cômoda que se vive, porém, proporcionando sempre um estágio posterior de evolução.&lt;br /&gt;Muitas pessoas ao ouvirem que têm de se adaptar a algumas situações imaginam que devem simplesmente aceitá-las como são e se conformarem a elas. Nada mais falso. Adaptar-se requer um trabalho interno intenso predispondo cada um a superar as adversidades externas e se equilibrarem harmonicamente com elas.&lt;br /&gt;Como exemplo pode-se imaginar alguém que num acidente perde um membro como a perna. A pessoa depois de algum sofrimento pode aceitar a situação e acomodar-se a ela, abandonando completamente as atividades das quais dependia da perna, adotando um discurso de que as coisas são como são, periodicamente lamentando sua condição. Isto não é adaptação, pois a dor e sofrimento em si não significam aprendizado e evolução. Elas proporcionam e podem despertar a construção de conhecimento, mas para isso as pessoas têm de estar dispostas a se adaptarem. E adptar-se significa construir novos comportamentos que permitam a superação da deficiência apresentada. É o caso das pessoas que, ao perderem uma perna, buscam aprendizados com próteses e outras alternativas para poderem, na medida do possível, continuarem a desempenhar as mesmas funções de outrora. Evidente que o modo de desempenhar as tarefas não será o mesmo, mas o que permite continuar a realizar as atividades, independente da maneiram, é o processo adaptativo.&lt;br /&gt;O Espiritismo entende que o nosso processo reencarnatório proporciona que desempenhemos diversas atividades de diversas maneiras sempre nos provocando a construção de novos conhecimentos pelo mecanismo adaptativo. As experiências diversificadas que a reencarnação proporciona exige de todos nós uma transformação permanente de novos comportamentos, possibilitando a cada um maior domínio de si e do espaço a sua volta. Mas, a experiência em si não significa o conhecimento. Este é resultado de nos adaptarmos às experiências. Nem todos numa sala de aula fazem a mesma leitura e produzem os mesmo comportamentos. Depende do alcance, interesse e esforço individuais. Por isso uns adiantam-se mais do que outros. Por isso evolução é adaptação.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-2929587544904122040?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/2929587544904122040/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=2929587544904122040' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/2929587544904122040'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/2929587544904122040'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2009/08/espiritismo-e-processo-adaptativo.html' title='Espiritismo e Processo Adaptativo'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-1966500882188523782</id><published>2009-01-13T08:20:00.000-08:00</published><updated>2009-01-21T09:55:44.275-08:00</updated><title type='text'>No Que Consiste a Grandiosidade de Cristo?</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Uma das personalidades mais conhecidas da humanidade é Jesus. Sua figura e mensagem chegou aos mais diversos povos e às mais diversas religiões. Três das maiores religiões do mundo conferem papel de destaque à Jesus: ele era judeu com mensagens próximas dos fariseus; os muçulmanos o consideram um profeta; e o catolicismo originou-se a partir de sua imagem. Além disso alguns hindus o consideram como uma das manifestações da divindade, Gandhi tinha enorme apreço por sua obra e taoístas estudam algumas de suas passagens.&lt;br /&gt;Paradoxalmente, ao mesmo tempo que Jesus tem sua imagem disseminada por todo o globo terrestre, muito pouco se conhece de concreto de sua existência e, mesmo sua obra, divulgada nos evangelhos, é alvo de controvérsias. Sabe-se que foram escritos quase 100 evangelhos, sendo selecionados como inspirados apenas 4 pela Igreja Católica, sem quaisquer critérios explícitos para a escolha. Também é conhecido o fato dos evangelhos terem sido escrito por pessoas que muito provavelmente não conviveram com Jesus, sendo que o mais antigo dos evangelhos data de pelo menos 40 anos depois da morte de Cristo. Somado a isso existem os problemas das traduções e da rígida interpretação imposta pela Igreja Católica até a Reforma Protestante.&lt;br /&gt;A popularidade de Jesus pode ser explicada mais por questões sociológicas do que pela força e conteúdo de sua obra. Jesus sequer precisaria ter existido para tornar-se conhecido, haja visto o trabalho de divulgação das primeiras comunidades cristãs e do aparato de disseminação da Igreja Católica. Entretanto, tendo realmente existido Jesus, em que medida se encontra distorcida sua imagem, uma vez que as pessoas se preocupam mais pelos detalhes de sua morte do que por seu exemplo de vida? Será que se Jesus tivesse vivido atualmente e condenado a morte na cadeira elétrica as Igrejas ostentariam em suas entradas uma enorme de uma cadeira elétrica? Será que as pessoas utilizariam em seus bolsos réplicas de cadeiras elétricas?&lt;br /&gt;Diante de todos esses fatos se questiona qual a grandiosidade de Jesus. Ou ainda, haveria realmente uma grandiosidade em sua mensagem para justificar sua disseminação pelo mundo? Para os espíritas Jesus foi um dos maiores espíritos já encarnados sobre a Terra. Mas se observamos em profundidade, com muito poucos registros sobre sua vida, consegumos entender o motivo de sua grande evolução moral? Muitos estudiosos defendem que não havia muita originalidade em suas falas. Outros, como Huberto Rohden, se detém na magnificidade do Sermão da Montanha. Entretanto, parece que ninguém realmente alcançou a fundo a revolucionária mensagem de Cristo, como Kardec o fez. Mesmo que se utilizando dos evangelhos com todas as falhas já mencionadas, Kardec percebeu a lógica do discurso de Cristo, as ligações entre suas várias mensagens e, como ninguém em época alguma, trouxe todo conteúdo tácito e implícito das várias parábolas, possibilitando ver um novo horizonte sobre a vida e a eternidade, sobre reencarnação e o Creador. Kardec, pela primeira vez na história da humanidade, soube interpretar Jesus e o conteúdo transformador que nos trouxe, revelando a essência de nossas condições. Por isso, O Evangelho Segundo Espiritismo deveria ser uma obra de interesse para todas as pessoas, uma vez que traz nova luz sobre os ensinamentos de Cristo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-1966500882188523782?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/1966500882188523782/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=1966500882188523782' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/1966500882188523782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/1966500882188523782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2009/01/no-que-consiste-grandiosidade-de-cristo.html' title='No Que Consiste a Grandiosidade de Cristo?'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-9209222133313923751</id><published>2008-11-26T09:50:00.000-08:00</published><updated>2008-11-26T11:15:19.316-08:00</updated><title type='text'>Vida e Dor</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Pode parecer curioso, ou até mesmo pessimista, mas o mais difícil da vida é viver. Como não somos árvores, pedras, nossa condição humana demanda tomada de decisões, escolhas e opções feitas mediante o exercício do livre-arbítrio. Evidente que nem todas as nossas transformações são resultado do livre-arbítrio. Ninguém deixa te ter fome, por exemplo, pelo simples exercício de escolha. Mas as decisões que se baseiam em nossa possibilidade de escolher são as que mais acabam nos causando sofrimento. Ou ainda, são aquelas que mais nos causam dor. Uma dor diferente de todas as outras. E com certeza uma dor mais sofrida que todas as outras.&lt;br /&gt;O filósofo alemão Heidegger dizia que a essência do ser humano era a possibilidade de existir. Todas as coisas são, o homem existe. Ou seja, é ele quem acaba por determinar sua própria essência, mediante a existência que escolha fazer pelos comportamentos adotados. Mas, o homem só pode revelar sua essência mais profunda quando seus comportamentos refletem e manifestam esta essência. Quando seus comportamentos indicam na sua materialidade a essência espiritual. Mas quando suas condutas são contraditórias à sua natureza substancial, a dor surge como sinalizadora para transformações. Não que a dor seja arbitrária ou punitiva, mas a dor é um disparador para a felicidade, pois nos sensibiliza, pelo mal estar que causa, a reavermos nossas ações para torná-las mais adequadas ao nosso contexto. E cabe a cada um de nós descobrir qual o melhor comportamento para o presente momento, pois cada um de nós é único, singular e atribui um sentido diferenciado ao contexto circundante. Por isso a vida é tão difícil.&lt;br /&gt;Voltando à reflexão inicial: o mais difícil da vida é viver. Mas como todas as outras coisas, quanto mais difíceis se tornam maior realização proporcionam. Viver é difícil. Mas viver adequadamente é felicidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-9209222133313923751?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/9209222133313923751/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=9209222133313923751' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/9209222133313923751'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/9209222133313923751'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2008/11/vida-e-dor.html' title='Vida e Dor'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-6344735351012227088</id><published>2008-11-20T10:43:00.000-08:00</published><updated>2008-11-20T10:58:38.338-08:00</updated><title type='text'>Compartilhar Juntos!</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Diversas religiões, concepções filosóficas, escolas cientiíficas e visões ordinárias quaisquer fazem alguma reflexão sobre a origem do mundo e o fato de nós, seres humanos, nele existirmos.&lt;br /&gt;Alguns afirmam que o universo foi criado pronto da forma que o conhecemos, assim como fomos criados prontos os seres humanos segundo um plano divino. Outros afirmam que o universo era desorganizado e caótico até surgirem divindades para ordená-lo, sendo o ser humano também fruto desta organização. Outros, ainda, colocam o surgimento do universo como casual, dentro de uma possibilidade estatística que obedecendo à leis físicas, biológicas e químicas foram produzindo formas de vida cada vez mais complexas, dentro de um mecanismo natural de evolução material da vida, sendo o ser humano fruto deste processo.  O ponto de vista espírita afirma que o espírito, princípio inteligente, é quem coordena e estrutura a matéria, sendo responsável por sua transformação mediante seu próprio aprendizado num acúmulo de conhecimento. O ser humano seria uma forma individualizada do espírito, portador do livre-arbítrio, com possibilidade do exercício moral inteligente e da reencarnação para processo cada vez maior de construção de conhecimento.&lt;br /&gt;Embora cada abordagem construa uma visão de mundo explicando questões que atingem a todos nós, há um ponto comum entre todas. Mesmo que uns acreditem na vida após a morte e outros não, todos deveríamos nos encantar de estarmos vivos no período em que estamos vivos e com as pessoas com as quais estamos vivos. Sejamos um acaso da natureza, algo programado ou um espírito em exercício, teríamos uma possibilidade enorme de épocas e lugares para estarmos encarnados. E, se dentro desta vastidão de possibilidades, como no caso espírita de podermos ter reencarnado numa série de épocas, locais e momentos, estamos justamente aqui e agora e dividindo o espaço-tempo com as pessoas que também estão encarnadas aqui e agora, devemos valorizar a oportunidade de termos nos encontrado, valorizar cada encontro e tornar cada vez mais importante nossas amizades e as pessoas com as quais tanto somamos e dividimos ao longo desta nossa trajetória.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-6344735351012227088?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/6344735351012227088/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=6344735351012227088' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/6344735351012227088'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/6344735351012227088'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2008/11/compartilhar-juntos.html' title='Compartilhar Juntos!'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-1623777757836790618</id><published>2008-11-05T13:35:00.000-08:00</published><updated>2008-11-05T13:53:01.545-08:00</updated><title type='text'>Leitura e Espiritismo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;A coisa é simples assim: se você se diz espírita e lê somente obras de Kardec ou psicografadas, sinto muito, mas você não é espírita. É fácil identificar pessoas assim quando em tudo que escrevem ou dizem só citam as obras mencionadas. O Espiritismo é ciência, filosofia e religião justamente porque empreende um esforço contínuo para compreender e se adaptar ao continuum do tempo. Tudo está em permanente transformação e o Espiritismo só acompanha este ritmo atualizando sua leitura de mundo fundamentado nas novas abordagens científicas, filosóficas e religiosas.&lt;br /&gt;E não me venham dizer que espírita é aquele que pratica a teoria independente do que leia. Por maior que seja a boa vontade e disciplina da pessoa, se ela for muito obtusa e sem leitura contemporânea de mundo vai se tornar uma pessoa no máximo esforçada e bem intencionada. E como dizem por aí, de boas intenções o inferno está cheio.&lt;br /&gt;Claro que há pessoas simples e de uma sabedoria enorme. Mas o processo reencarnatório elucida como conseguiram atingir a massa crítica que alcançaram e demonstra qual a função dessa pessoa no local em que está encarnado. Ademais se você não é muito sábio , nem simples, e se diz espírita, trate de ler e ler de tudo, ou acabará sendo, no máximo, uma tentativa de espírita bem intencionado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-1623777757836790618?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/1623777757836790618/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=1623777757836790618' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/1623777757836790618'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/1623777757836790618'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2008/11/leitura-e-espiritismo.html' title='Leitura e Espiritismo'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-6111267937619402783</id><published>2008-11-04T09:54:00.000-08:00</published><updated>2008-11-04T11:07:38.426-08:00</updated><title type='text'>Suicídio e Espiritismo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Existem poucas pesquisas e obras acerca do suicídio. Tanto é que até hoje quando buscam se referir a ele ainda recorrem a obra de Durkheim ("O Suicídio"). Embora defasada e já datada esta obra apresenta alguns pontos ainda relevantes, como o fato de demonstrar mediante dados de pesquisa que o suicídio não decorre simplesmente de um ato puramente subjetivo, mas que também apresenta variáveis objetivas e sociais para sua efetivação. Durkheim demonstrou que em épocas de anomia social há um número maior de suicídios, buscando demonstrar que quando há falta de coesão social, com regras e condutas claras para os comportamentos, existe um processo de crise mais elevado nos indivíduos. Observando estas teses sob o olhar da complexidade levantam-se uma série maior de variáveis mas, infelizmente, o suicídio pouco foi estudado no século XX.&lt;br /&gt;As obras espíritas costumam abordar insistentemente o tema do suicídio, o que gera uma contradição: se o Espiritismo se apoia na ciência e a ciência pouco estudou o suicídio, qual a autoridade dos espíritas em falar sobre ele? Nenhuma. Este é o grande problema. Os espíritas fazem alguns recortes descontextualizados de alguns trechos da obra de Kardec, se apoiam em pseudo-romances e saem por aí criticando e condenando veementemente o suicída.&lt;br /&gt;O suicídio é errado? Evidente que sim! Negar uma oportunidade de crescimento e aprendizado, simplesmente desisitindo de tudo é um erro. Mas buscar combatê-lo criando o medo das suas consequências é mais cruel ainda (qualquer analogia do chamado "Vale dos Suicídas" com o inferno não é mera coincidência). Fustigar alguém que já sofre muito com táticas terroristas é um crime talvez maior que o próprio suicídio. Todos tem impresso em si o desejo pela vida, de forma que muitos suicídas em potencial falham nas suas tentativas de morrer. O que leva a pensar que para uma pessoa consumar este ato, deve estar sofrendo muito. E se há também causas sociais que concorrem para o suicídio é responsabilidade de todos a sua diminuição. E é também responsabilidade do Espiritismo, não criando obras caricatas e assustadoras, mas criando textos que enalteçam a vida, sua plenitude e forneça recursos para que cada indivíduo consiga superar suas dificuldades.&lt;br /&gt;Imagine uma mãe que já perdeu um filho por suicídio ainda ter de ler um livro supostamente espírita narrando todas as agruras pela qual ele deve passar. Isso não é humano. A proposta espírita é resignificar o sentido de vida das pessoas, demonstrando através de um discurso coerente a importância de estarmos encarnados, além da importância da dor para o nosso próprio crescimento.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-6111267937619402783?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/6111267937619402783/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=6111267937619402783' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/6111267937619402783'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/6111267937619402783'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2008/11/suicdio-e-espiritismo.html' title='Suicídio e Espiritismo'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-5228723863318584780</id><published>2008-10-31T12:20:00.000-07:00</published><updated>2008-10-31T12:36:12.113-07:00</updated><title type='text'>Súmulas Espirituais</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu tenho falado muito nos últimos textos sobre as posturas que adotamos e em como deveríamos nos esforçar em agir mediante as referências espirituais em contrapartida daquelas ditadas pela cultura. Este tipo de afirmação pode suscitar dúvidas quanto ao conteúdo das referências espirituais. Quais seriam elas e como encontrá-las?&lt;br /&gt;Primeiramente deve-se colocar que elas não são referências prontas e estáticas, as quais bastaria consultar tal qual um livro datado. Se assim o fosse, representariam uma ditadura de comportamentos que não se adaptam as novas condições existenciais. As referências não são prontas, mas devem ser construídas e interpretadas por cada indivíduo singular no seu cotidiano concreto. Entretanto, há sinalizações que indicam quais referências são corretas, espirituais. São todas aquelas que promovem o indivíduo e o meio em que está inserido, sem acarretar prejuízo para ninguém. As referências espirituais são aquelas, portanto, que preservam um sentido de pertencimento ao conjunto da vida, potencializando cada singularidade e a totalidade a que ele pertence.&lt;br /&gt;Todos temos impressos dentro de nós, espíritos que somos, essas referências. Entretanto, em cada época surgem indivíduos mais preparados que expressam súmulas para contextualizarmos a nossa realidade. Assim, encontramos várias sentenças que expressam as referências espirituais:&lt;br /&gt;-Quando Jesus diz: "Amar o próximo como a si mesmo";&lt;br /&gt;-Quando Sócrates diz: "Só sei que nada sei";&lt;br /&gt;- Quando Shakespeare diz: "Se todos fossemos tratados como merecessêmos, quem escaparia ao chicote";&lt;br /&gt;- Quando Gandhi diz: "Tudo que é conquistado pela violência só pode ser mantido pela violência".&lt;br /&gt;E há tantas outras, bastando atentar para os grandes pensadores e sábios de todas as épocas. Nenhuma destas súmulas representa um pensamento fechado, mas uma orientação para que cada um de nós consiga deduzir para suas necessidades o melhor comportamento a ser adotado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-5228723863318584780?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/5228723863318584780/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=5228723863318584780' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/5228723863318584780'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/5228723863318584780'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2008/10/smulas-espirituais.html' title='Súmulas Espirituais'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-3099964711645105386</id><published>2008-10-30T12:26:00.000-07:00</published><updated>2008-10-30T13:16:07.036-07:00</updated><title type='text'>A Rebeldia pelo Conhecimento</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ao longo do tempo, principalmente no decorrer do século XX, muitos jovens buscaram romper com seu meio social arregimentando-se contra o "sistema" e propondo modos de vida alternativos. Pintaram e rasparam os cabelos, usaram roupas rasgadas, pregaram o amor livre, fizeram uso de drogas as mais variadas, incitaram atos de violência, chocaram de todas as formas, etc. Enfim, propuseram medidas quase que sempre radicais ou até ingênuas demais. E apesar da falta de resultados que isso ocasionou, ou até mesmo dos desastres cometidos, esta prática parece continuar mais ativa do que nunca. Se você assistiu "Transpoiting" ou já usou o Orkut ("Se nada der certo eu viro hippie" é uma das comunidades com maior número de membros) sabe do que eu estou falando. É imposta uma lógica rasteira, absurda: se você não quer fazer parte do "sistema" e se sentar em frente a um televisor de 30 polegadas enquanto engorda comendo chips, então é melhor apresentar um comportamento dementado qualquer, vivendo na marginalidade, sujo, cheio de entorpecentes e fazendo "comunhão" com a Natureza.&lt;br /&gt;Há muito mais opções quando não se quer viver no raso da cultura pronta. Dentre as várias possibilidades acredito que o conceito de vontade piagetiano é o que mais se afiniza com a proposta espírita: dispender energia para agir mediante o que se alcançou pelo conhecimento vencendo os apelos imediatos biológicos e culturais. Agindo pelo conhecimento e pela busca crítica da verdade existe sempre uma possibilidade mais efetiva de enquadramento com o sentido harmônico da vida, alcançando-se uma postura transcendente à cultura pronta de massa sem com isso precisar adotar um comportamento de Tarzan.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-3099964711645105386?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/3099964711645105386/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=3099964711645105386' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/3099964711645105386'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/3099964711645105386'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2008/10/rebeldia-pelo-conhecimento.html' title='A Rebeldia pelo Conhecimento'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-5386481606204460313</id><published>2008-10-29T12:33:00.000-07:00</published><updated>2008-10-29T12:44:37.806-07:00</updated><title type='text'>Crenças e Orientações</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Há pessoas que simplesmente não acreditam em Deus e ponto. E pensando bem dá mais trabalho acreditar do que apenas ignorar sua existência. O problema é que muitos imaginam que os ateus, pelo fato de não acreditarem em Deus, são pessoas destituídas de quaisquer valores morais e que sentem que tudo lhes é permitido. Grande engano! Existe uma série de ateus que defendem uma ética humanista pronta para defender e valorizar o ser humano. Além disso, há uma série de religiosos e crentes em Deus que agem por motivos completamente contrários às suas crenças, não deixando de se portar como pessoas completamente amorais ou imorais.&lt;br /&gt;O que parece unir tanto religiosos quanto ateus é o fato de a grande maioria deles agir mais pelo comodismo do que por suas crenças, de modo que não há ateus muito niilistas ou religiosos muito convictos. Ambos não avaliam criticamente seus pressupostos e parecem agir da maneira que lhes é mais conveniente. Assim, não encontramos indivíduos dispostos a tudo fundamentados na verdade em que alcançaram, mas pessoas que se esconderam atrás de vidas medíocres para que não tenham muito que se preocupar com o real sentido de suas vidas. Arranjam o casamento mais simples, o emprego mais razoável e os hábitos mais comuns e condizentes com suas culturas. Não que haja algo muito errado nisso, pois todo ambiente proporciona muito aprendizado. O grande problema é que muitos se escondem nestas práticas diárias de modo a amortecer um sentimento interno espiritual que sempre nos provocaa evoluir e buscar o novo.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-5386481606204460313?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/5386481606204460313/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=5386481606204460313' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/5386481606204460313'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/5386481606204460313'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2008/10/crenas-e-orientaes.html' title='Crenças e Orientações'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-5032985033800922515</id><published>2008-10-28T11:15:00.000-07:00</published><updated>2008-10-28T11:37:56.797-07:00</updated><title type='text'>Nossas Certezas</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As nossas convicções não devem representar uma camisa- de -força que reduzam toda a realidade a um modo único e possível de interpretação. Mas devem servir para fundamentar uma interpretação sendo flexíveis no tempo e no espaço, além de poderem ser descartadas e trocadas quando se mostrarem insatisfatórias.&lt;br /&gt;Mesmo aquelas convicções que nos são mais certas devem ser permanentemente renovadas. É quando passamos por uma crise ou dificuldade que se percebe a necessidade de dinamizar ou não uma certeza.&lt;br /&gt;Quando passamos por um problema, as vezes questionamos os recursos que temos para resolvê-lo. Questionamos se as convicções que nutrimos servem para superar as dificuldades que se apresentam. E o que pode ocorrer, não é abandonar a convicção, mas de refiná-la tornando-a mais aprofundada, clara e funcional. Tanto isso é verdade que quando estamos em dificuldades recorremos a pessoas que tenham crenças próximas as nossas, como se quiséssemos com isso, no encontro com o outro, reforçar nossa própria convicção. Só que como o olhar do outro sobre o que consideramos certo é diferenciado, faz com que reavaliemos nossas certezas, modifcando-as e fazendo crescimento.&lt;br /&gt;Em algumas situações, nós espíritas, podemos questionar, por exemplo, a reencarnação. E isto é bastante salutar, pois ao nos indagarmos sobre ela e realizar um processo crítico processual conseguimos ver pontos cada vez mais profundos e que nos respondem de forma cada vez mais eficaz. Por isso é imprescindível a coragem permanente de, quando confrontados com a realidade, saber alterarmos e revitalizarmos nossas convicções.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-5032985033800922515?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/5032985033800922515/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=5032985033800922515' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/5032985033800922515'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/5032985033800922515'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2008/10/as-nossas-convices-no-devem-representar.html' title='Nossas Certezas'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-542966699421680621</id><published>2008-10-26T17:45:00.000-07:00</published><updated>2008-10-26T18:01:15.271-07:00</updated><title type='text'>A Força dos Encarnados</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Estou lendo "Sepultando meus Mortos" de Humberto de Campos. É uma coletânea de crônicas que versam sobre a vida e o falecimento de algumas pessoas importantes com que Campos conviveu. Eu não tenho nada a dizer sobre a vida ou a morte de uma pessoa importante justamente porque não conheço pessoas importantes. E também não conheço pessoalmente ninguém que conheça pessoas importantes. Aliás, chego a duvidar fortemente de que ainda existam em nosso país pessoas importantes. Carentes que estamos de tudo hoje, também penso que nos faltam muito os intelectuais. Já não os temos. E prova disso é que consideram como  intelectuais pessoas como Arnaldo Jabor, Caetano Veloso e Jô Soares.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas se por um lado pode-se dizer que já não há pessoas importantes, também podemos dizer que na verdade todas as pessoas são importantes. Todos, por mais insignificantes e recolhidos que pareçam, tem uma importância extraordinária. Não há nada mais fascinante que o ser humano. Cada anônimo que cruza nosso caminho é por si só um universo de histórias.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O ser humano pertence à natureza mas a transcende na medida em que alcançou o livre arbítrio. Na natureza, por mais caótica que possa parecer, existe uma ordem subjacente que a regula. Sempre no melhor caminho, sem desperdício, com a maior economia e lógica possível. Já o ser humano nem sempre segue um roteiro bem trabalhado. Ele extrapola, desperdiça, gasta, erra, torna a errar e choca na exata proporção com que consegue desviar-se. Mas é justamente quando parece perdido que manifesta o Creador dentro de si, expressando que há algo mais interno lhe sensibilizando e que sempre é tempo de transformação. As leis que regulam a natureza são naturais. As que regulam os seres humanos são morais. Por isso que é tão belo cada história de vida, pois é a partir de cada uma que se revela um traço diferenciado da inteligência da Creação. É comovente ver alguém vivendo 20 anos nas drogas querer mudar, mesmo que torne a se perder. Ou ver alguém há anos deprimido de repente ter forças para recomeçar. Ou ainda, ver alguém há muito tempo estagnado voltar a estudar ou coisa parecida. Não há nada mais importante - ou não deveria haver - para o Espiritismo do que o &lt;strong&gt;espírito encarnado.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-542966699421680621?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/542966699421680621/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=542966699421680621' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/542966699421680621'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/542966699421680621'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2008/10/fora-dos-encarnados.html' title='A Força dos Encarnados'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-1210197343110045614</id><published>2008-10-24T12:01:00.001-07:00</published><updated>2008-10-24T12:16:09.892-07:00</updated><title type='text'>Lógica e Espiritismo</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Princípios básicos de Lógica&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A lógica tem por função observar o encadeamento entre afirmações e avaliar se há conexões pertinentes entre elas. Também permite avaliar se determinada conclusão pode ser derivada de certas premissas (ou afirmações).&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Exemplos&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Se alguém afirma que os políticos brasileiros são corruptos porque a população brasileira é corrupta têm de oferecer argumentos para se justificar. E estes argumentos devem estar ligados logicamente para sustentarem a conclusão. Não cabe à lógica verificar a verdade de cada afirmação, apenas atentar sobre os conectivos que unem as sentenças. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Lógica e mentalidade brasileira&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os currículos escolares brasileiros estão completamente defasados com relação à vida concreta dos indivíduos, de modo que parecem mais interessados no ensino dos logarítmos do que das principais questões existenciais que nos afligem. Se entre uma aula de trocas bioquímicas e outra de aceleração centrípeta os jovens alunos tivessem aulas de lógica voltada para suas vidas, quem sabe talvez não fosse tão manipulados pelos comerciais, desenvolvessem mais seu senso de justiça e moral e soubessem suportar mais adequadamente os desafios que lhe são impostos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Espiritismo e lógica&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Kardec estudou muita lógica, sendo dela exímio conhecedor. Tanto é verdade este fato que toda a obra da codificação foi construida a partir de conceitos logicamente conectados. Portanto, para melhor entender o Espiritismo hoje, e a moral dele decorrente, se faz necessário dominar alguns princípios da lógica. Isto acontecendo só beneficiaria o entendimento espírita como bloquearia pensamentos e afirmações que deduzissem da existência dos espíritos desencarnados o domínio intransponível desses nas ações dos encarnados, por exemplo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-1210197343110045614?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/1210197343110045614/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=1210197343110045614' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/1210197343110045614'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/1210197343110045614'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2008/10/lgica-e-espiritismo.html' title='Lógica e Espiritismo'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-6386871490126494729</id><published>2008-10-22T11:26:00.000-07:00</published><updated>2008-10-22T12:02:48.881-07:00</updated><title type='text'>Missão Reencarnatória</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Quando desencarnados nos propomos, ao encarnar, a realizar uma série de transformações internas com o fim de nos revelarmos a nós mesmos cada vez mais. Mas, se este processo fomenta nos conhecermos em profundidade cada vez maior, sendo portanto uma ação interior, qual a necessidade que temos de encarnar e conviver com os outros?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quando encarnados passamos à esfera do tempo e, nessa condição, nos tornamos altamente decadentes, no sentido que a partir do momento em que nascemos já estamos nos degradando e morrendo, nos tornando, assim, extremamente dependentes uns dos outros. E é nessa interdependência com os outros que expressamos alguns dos valores internos que alcançamos ou nos mobilizamos para expressar aqueles que ainda não conquistamos. Desta forma, o amor é um sentimento que só existe numa relação, é resultado e propriedade emergente da trocas entre indivíduos singulares. E embora o amor surja em decorrência do encontro com o outro, o seu entendimento, seu alcance e materialização depende do autoconhecimento de cada um e da autodisciplina particular para sua efetivação.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Desta forma, cada um reencarna com uma missão particular de efetivar mais amplamente o que alcançou e de se disciplinar para aperfeiçoar aquilo em que é limitado. Sendo assim, não há missão fechada. Cada um pode corrigir sua rota no decorrer do caminho, havendo uma missão genérica a todos: ser feliz fazendo os outros felizes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-6386871490126494729?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/6386871490126494729/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=6386871490126494729' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/6386871490126494729'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/6386871490126494729'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2008/10/misso-reencarnatria.html' title='Missão Reencarnatória'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-5358549454471488543</id><published>2008-10-20T12:03:00.000-07:00</published><updated>2008-10-20T12:13:48.317-07:00</updated><title type='text'>Olhares sobre a Mediunidade</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Uso e Função&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A mediunidade têm sido vista por uma boa parte de pessoas, espíritas ou não, num sentido imediato de uso. Ou seja, enxergam na comunicação mediúnica uma possibilidade de interesse imediato com objetivos, no mais das vezes, particulares. Procuram "notícias" de seus entes queridos que desencarnaram ou esperam favores e/ou conselhos espirituais.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;A Função é Maior do que o Uso&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sem que percebam, ao fazer este uso da mediunidade acabam por diminuí-la. É curioso o aspecto fantástico que atribuem à capacidade mediúnica, mas se ela fosse avaliada na sua verdadeira função se mostraria mais forte e natural do que a dimensão que representa hoje. A mediunidade tem uma função promotora da qualidade da vida humana. Entretanto, o uso que as pessoas fazem dela nem sempre condiz com essas finalidades.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Mediunidade e Evolução&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A mediunidade está presente em todas as transformações significativas e revolucionárias da história humana. Futuramente, quando for melhor estudada, vai ser variável permanente em qulaquer estudo de caso acerca de inflexões no processo evolucionário da Terra. Não vai ser vista só como comunicação entre encarnados e desencarnados, mas como instrumento de manutenção da vida, na medida que une todos os espíritos por pensamentos e objetivos comuns.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-5358549454471488543?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/5358549454471488543/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=5358549454471488543' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/5358549454471488543'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/5358549454471488543'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2008/10/olhares-sobre-mediunidade.html' title='Olhares sobre a Mediunidade'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-7535955383260666915</id><published>2008-10-17T12:38:00.000-07:00</published><updated>2008-10-17T12:57:37.594-07:00</updated><title type='text'>Linguagem Espírita</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Existe uma série de palavras utilizadas pelos espíritas que tenho aversão. Algumas delas inclusive já as devo ter usado, até mesmo neste blog. Isto só prova que qualquer instituição possui um currículo oculto cujo trabalho pedagógico é capaz de formar de maneira implícita uma maneira de enxergar o mundo, liberando ou interditando o que pode ou não ser dito, ou como deve ou não ser dito. Os Centros Espíritas não fogem à regra e também nos condicionam pelo vocabulário um modo de enxergar a realidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Linguagem&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Todas as palavras são carregadas de sentidos socialmente construídos. Os vocábulos que utilizamos mediam a realidade em que vivemos oferecendo um sentido para nossas existências.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Arcaico&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Uma das palavras que me causa ogiriza e que é muito utilizada pelos espíritas é seara. Não sei o motivo pelo qual ela me irrita tanto. Talvez seja implicância. Mas talvez seja porque ela carrega todo um ranço arcaico de vocabulário espírita que não permite o Espiritismo em evoluir no tempo e espaço.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Aderência&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os jovens chegam aos Centros Espíritas com algumas necessidades e expectativas e as vezes as propostas escolhidas não fazem aderência com suas vivências. Falar em seara com alguém que têm uma linguagem ultra rápida e dinâmica é no mínimo improdutivo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Dos males o menor&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Entretanto há um mal maior na insistência de termos já ultrapassados por alguns segmentos espíritas: a insistência no decadente que impede a renovação. Enquanto a ciência e a filosofia falam em complexidade, transdisciplinaridade, ética planetária, os Centros Espíritas falam em quê?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sagrado;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Divino;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Jubiloso;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Paraíso;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Seara.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Pensemos que visão de mundo encerram estes termos.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-7535955383260666915?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/7535955383260666915/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=7535955383260666915' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/7535955383260666915'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/7535955383260666915'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2008/10/linguagem-esprita.html' title='Linguagem Espírita'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-7372931262495227580</id><published>2008-10-16T11:19:00.000-07:00</published><updated>2008-10-16T14:32:50.468-07:00</updated><title type='text'>Encarnados e Desencarnados</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Gostaria de propor que todos nós espíritas, eu incluso, refletíssemos um pouco sobre o que temos pensado sobre os espíritos. Hã? Como é que é?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Sim senhor!&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um dos pressupostos das crenças espiritistas é acreditar na existência e comunicação com os espíritos desencarnados. OK! Mas como temos pensado neles? Visto o que se publica por aí as respostas não são nada positivas.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Desencarnados sabem de tudo.&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É como se de repente imaginássemos que alguém quando desencarna, independente da construção moral que tenha feito encarnado, passasse a ter acesso permanente a nós e mais, saber tudo sobre nós. Daí, para os espíritos desencarnados alcançarem um status de conselheiros infalíveis é um passo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Mágicos&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Os desencarnados, ao contrário dos esforços de Kardec, se tornam:&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;infalíveis;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;extranaturais;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;absolutos;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;constantemente presentes;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;sábios profundos.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Tchau Livre Arbítrio&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Ninguém por desencarnar torna-se expoente no que foi limitado. No máximo expande um pouco a consciência e nos enxergando de fora pode ter uma visão mais confortável para nos orientar. Mas entre isso e saberem mais do nosso vínculo com o Creador e a Creação do que nós mesmos há um abismo intransponível. Delegar a eles nossos futuros e escolhas é abrir mão do nosso exercício crítico do livre arbítrio.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;Argumento da autoridade&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tudo bem! Alguns espíritos realmente alcançaram condições possíveis de nos instruir e nos provocar a avançar. Mas a sua instrução deve ser avaliada hermeneuticamente tal qual um pesquisador avalia os autores referenciais das suas teses. Nada de justificar uma verdade apenas porque um espírito desencarnado falou. Nada de autoridades indiscutíveis, nada de palavras absolutas, nada de...opa! Dogmáticos são eles, os outros. Nós, não! Somos críticos e hermeneutas. Sei!&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;strong&gt;&lt;/strong&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-7372931262495227580?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/7372931262495227580/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=7372931262495227580' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/7372931262495227580'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/7372931262495227580'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2008/10/encarnados-e-desencarnados.html' title='Encarnados e Desencarnados'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-8563772238152981635</id><published>2008-10-15T09:17:00.000-07:00</published><updated>2008-10-15T09:50:11.149-07:00</updated><title type='text'>Onde Estarão os Espíritas?</title><content type='html'>Algumas coisas são curiosas. Se pegarmos alguns dados indicativos do IBGE no Brasil colhidos nos inícios dos anos 2000 iremos encontrar dentro de um universo de quase 170 milhões de habitantes apenas pouco mais de 2 milhões de espíritas confessos.&lt;br /&gt;                                                                   &lt;br /&gt;                                                                       *  *  *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Este fato se torna ainda mais curioso se observarmos a relevância que tem o Espiritismo em nosso país, desde o número de publicações as mais variadas possíveis (uma grande parte de qualidade discutível), passando pela quantidade de Centros Espíritas e o espaço com o qual  suas temáticas ocupam algumas mídias. Também é válido lembrar que recentemente um filme de qualidade pífia e enredo frágil e cambaleante, "Bezerra de Menezes", pelo simples fato de possuir um caráter pretensamente espírita atingiu boas audiência apesar de suas limitações orçamentárias e suas deficiências de divulgação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                                      *  *  *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os brasileiros quando questionados em pesquisas mais informais sobre a crença na reencarnação surpreendem nas respostas, sendo o Brasil um país de maioria católica: mais de 50% acreditam neste fenômeno.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                                     *  *  *&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Diante desta situação só nos resta perguntar e entender o motivo pelo qual há poucos espíritas manifestos num país em que as idéias e conceitos espíritas estão tão disseminados. Muitas são as explicações: a herança católica que condiciona boa parte a se afirmar como católico mesmo que não saiba mais o que é frequentar uma missa; o sincretismo em nosso país que faz com que não exista muito bem definido para o praticante de determinada religião quais os  pressupostos de sua crença, podendo haver, assim, católicos reencarnacionistas; o status fundante católico que se manifesta em quem produz pesquisas de opinião pública inconscientemente manipulando a pergunta para obter o resultado católico; o preconceito e o constrangimento que ainda inibem algumas pessoas de se afirmarem espíritas.&lt;br /&gt;Podem existir vários outros motivos que expliquem um número tão tímido de espíritas em solo brasileiro. Mas o resultado do IBGE também pode sugerir outras reflexões. Pode-se imaginar que já que tão poucos tem a coragem de se manifestar espíritas, estes seriam, pelo menos, convictos e fundamentados na crença. Ou seja, se não há força quantitativa pelo menos existe qualitativa. Nada mais falso! Eu chego a pensar que grande parte dos espíritas declarados chega a descontribuir para o próprio Espiritismo, haja visto suas manifestações e expressões completamente incoerentes com o propósito espírita. Diante disso resta fazer um apelo para aqueles que levam os objetivos espíritas a sério a se manifestarem coerentemente aproveitando uma certa aceitação de alguns conceitos do Espiritismo pelo povo brasileiro para crescer - e aí sim - quantitativamente e qualitativamente.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-8563772238152981635?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/8563772238152981635/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=8563772238152981635' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/8563772238152981635'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/8563772238152981635'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2008/10/onde-estaro-os-espritas.html' title='Onde Estarão os Espíritas?'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-5737046236924821647</id><published>2008-10-14T11:49:00.001-07:00</published><updated>2008-10-14T12:34:41.880-07:00</updated><title type='text'>As Referências Espíritas</title><content type='html'>As pessoas costumam chegar até os Centros Espíritas pelos motivos os mais variados possíveis. Alguns por curiosidade com relação aos fenômenos espíritas. Outros pela insistência de terceiros. Uma boa parte interessado em se aprofundar no estudo da Doutrina Espírita. E a maior parte, pela dor: uma doença, a perda de um ente querido, o término de um relacionamento, a perda do sentido da vida, etc. Estes últimos costumam chegar desacreditados em muitos e enxergando no Centro Espírita um último local de salvação, um ambiente que trará a solução imediata para os seus problemas.&lt;br /&gt;A grande crise surge quando são orientados no Centro Espírita a se transformarem para transformar suas condições de vida. E aí recebem uma série de aconselhamentos, indicações, referências e motivações para se autoconstruírem mediante a construção de novos conhecimentos. O grande problema decorre que a maioria das pessoas que chegam com problemas já tem um cotidiano bastante atribulado para além disso terem de pensar em se reformarem, em evoluir pelo conhecimento, em se tornarem pessoas melhores, mais pacientes, mais harmonizadas com o Cosmos. Isto acontece porque foram condicionadas a agir e responder mediante as referências da cultura, de forma que se forem cortados no trânsito não podem levar desaforo para casa, mas sim revidar e se impor. O conhecimento da cultura pronta também ensina que o mundo é dos espertos, portanto se deixar corromper no trabalho em troca de benefícios se torna natural, posto que outra pessoa nas mesmas condições faria o mesmo.&lt;br /&gt;O Espiritismo busca demonstrar que é justamente no nosso cotidiano concreto que devemos contextualizar as referências do Centro Espírita para que possamos nos transformar e nos adaptar mais harmonicamente às novas condições. Uma boa parte das pessoas se esquece disso e só se lembra de ser espírita no Centro Espírita, quando o grande desafio do Espiritismo é fornecer recursos e subsídios para que cada um singularemente suplante seus desafios e faça crescimento pessoal. O problema é que muitas vezes as referências espíritas são contrárias aquelas da cultura, pelas quais nós já estamos condicionados. Para ilustrar este fato vamos resumir a seguinte estória do escritor dinamarquês Hans Andersen que, dentre outras obras, notabilizou-se pelo Patinho Feio:&lt;br /&gt;Havia num reino um rei extremamente vaidoso que exigia de seus alfaiates os mais belos trajes, cravejados das jóias mais belas possíveis. Entretanto, já fazia um tempo que o rei sentia-se entediado uma vez que seus alfaiates já não tinham mais criatividade para lhe fornecer algo diferente e original. Foi por esta época que apareceu neste reino um alfaiate que se apresentou ao rei dizendo que faria a mais bela roupa que monarca algum em tempo algum houvesse vestido e que para tanto necessitava do maior número de ouro, jóias, diamantes. O rei mais do que depressa forneceu tudo ao desconhecido ansioso por suas novas roupas. Passado um mês, sem que nada estivesse pronto o rei resolveu ir pessoalmente com seus ministros procurar pelo alfaiate. Chegando em sua sala o alfaiate disse ao rei que ali, sobre a mesa, estava o mais belo traje já feito por mãos humanas. O rei olhou na mesa e nada viu, e antes que se manifestasse o alfaiate advertiu: - Este traje é tão especial que só as pessoas sábias conseguem enxergá-lo. O rei, para não passar vergonha diante de seus ministros, elogiou na hora a roupa e foi vesti-lá. Voltou nu, mas todos os seus ministros afirmavam que era a mais bela roupa que haviam visto. A história se espalhou pelo reino e o rei desfilava nu pelas ruas e todos afirmavam que ele estava com a mais pomposa das roupas. Um dia, o rei desfilava pela cidade, sendo ovacionado pelo povo quando um menino, inocentemente, gritou: - O rei está nu. Esta frase criou o maior constrangimento para todos, sendo que o rei se desculpou com todos por sua vaidade e por ter sido enganado pelo alfaiate, prometendo dali em diante agir em nome de seus súditos.&lt;br /&gt;Esta estória possui inúmeras leituras, cabendo uma ao nosso contexto. Muitas pessoas no começo sabiam que o rei estava nu, mas por conveniência disseram que ele estava belamente vestido. Talvez com o tempo, pelo treino e pela disciplina, passaram a ver o rei vestido. Isso acontece com muito de nós. Muitos afirmam um prazer enorme em fumar e se sentem dependentes deste vício. Mas eu duvido que alguém ao fumar pela primeira vez tenha sentido prazer. Pelo contrário, deve ter tossido ou sentido enjôo. Mas como todos fumam, ou para o adolescente aquilo significa auto-afirmação, a pessoa vai fazendo um treino, fumando cada vez mais, até que passa a sentir prazer. Da mesma forma, tenho certeza que uma pessoa ao ser chamado a primeira vez para transviar no seu emprego sente-se mal, indeciso. Mas, como o mundo é dos espertos, se disciplina e treina para aquilo, passando a não sentir mais constrangimento interno nenhum.&lt;br /&gt;A proposta do Espiritismo é justamente provocar um treino contrário: ao invés de nos disciplinarmos pelos valores prontos da cultura, que tal treinarmos para agir mediante aquilo que alcançamos pelo conhecimento. Em ambos os casos vamos adquirir gosto e manejo nos comportamentos em que adotamos. Só que temos de ver o seguinte: somos essencialmente espíritos vivendo num contexto material, onde a nossa grande busca é viver os valores espirituais na materialidade. Assim, sempre que nos disciplinarmos em torno das refêrências espirituais estaremos nos harmonizando com nossa própria essência.&lt;br /&gt;Gandhi, em certo momento de sua vida, decidiu viver tão somente baseado na verdade que alcançasse. Mesmo nas situações que lhe oportunizassem um benefício imediato mentindo, ele não o fazia querendo provar que ao viver a verdade os desdobramentos a longo prazo sempre seriam positivos. E assim o provou.&lt;br /&gt;Então, a nossa grande busca é vencermos a nós mesmos, seja não revidando no trânsito, não tergiversando no trabalho, ou treinando para abandonar vícios.&lt;br /&gt;O espírito Leocádio José Correia, pelo médium Maury Rodrigues da Cruz, disse certza vez: "O homem materialista materializa a alma. O homem espiritualizado epiritualiza o corpo".&lt;br /&gt;Ao frequentar os Centros Espíritas que tenhamos todos nós a coragem para viver os valores do espírito e saber apontar para nós mesmos, quando necessário, que o rei está nu.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-5737046236924821647?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/5737046236924821647/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=5737046236924821647' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/5737046236924821647'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/5737046236924821647'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2008/10/as-pessoas-costumam-chegar-at-os.html' title='As Referências Espíritas'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-7438387980103278146</id><published>2008-02-12T10:28:00.000-08:00</published><updated>2008-02-12T10:29:12.872-08:00</updated><title type='text'>Amor-Conhecimento</title><content type='html'>Toda concepção religiosa espiritualista visa expressar uma lógica espiritual de comportamento contrária à lógica materialista. Daí o grande sentido da afirmação de Cristo: “Não se pode servir a Deus e a Mamon”. Cada uma dessas concepções difere na forma através da qual manifestam seus entendimentos e na forma de transmiti-los. No Espiritismo esta lógica espiritual não é transmitida por revelação a pessoas diferenciadas e tampouco transmitida através de dogmas ou saberes sagrados. Ao contrário, está ao alcance de cada um, sendo construída pelo conhecimento na reunião de ciência, filosofia e religião.&lt;br /&gt;Cada indivíduo é apto para ler o seu contexto e mediante o conhecimento que acumulou derivar o melhor comportamento para a situação dada. A grande questão é que muitas vezes o conhecimento alcançado por certo indivíduo pode ser contrário aos seus desejos e expectativas biológicas e sociais. Neste sentido é que o amor emerge como poder iluminador que promove uma renúncia voluntária, proporcionando que o indivíduo renuncie aos interesses materiais em favor dos princípios que alcançou pelo conhecimento. Caso não aprenda pelo amor irá aprender pela dor. Como exemplo, vejamos uma pessoa que alcançou a importância de manter-se encarnado o máximo de tempo possível a fim de melhor aproveitar seu aprendizado. Mantém hábitos saudáveis renunciando alguns alimentos no objetivo de permanecer mais tempo encarnado qualitativamente e quantitativamente. Essa é uma conduta de amor, pois a pessoa renunciou voluntariamente certas coisas em prol daquelas que considerava como corretas. Já o indivíduo que cede a quaisquer desejos corre o risco de ter de abandonar hábitos pela dor. Como é o caso daquele que se alimenta de maneira inadequada e só nos primeiros sinais de doença abandona esta conduta. O aprendizado foi pela dor, por coerção e não pela efetivação do conhecimento.&lt;br /&gt;Se o amor é saber renunciar é necessário também que se saiba como, o que e qual a ocasião de renunciar. A renúncia deve ser sempre argumentada e justificada de forma crítica e racional. Um bom critério é, diante de cada situação, avaliar a ação a ser tomada mediante as intenções, os meios e os fins. Adequando harmonicamente os três se pode derivar uma boa conduta. Por isso é imprescindível tratar do amor na sua relação fundamental com o conhecimento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-7438387980103278146?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/7438387980103278146/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=7438387980103278146' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/7438387980103278146'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/7438387980103278146'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2008/02/amor-conhecimento.html' title='Amor-Conhecimento'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-3281357889726245390</id><published>2008-02-07T10:14:00.000-08:00</published><updated>2008-02-07T10:16:25.155-08:00</updated><title type='text'>Fé Racional</title><content type='html'>São comuns a contraposição e a divergência entre fé e ciência, sendo que um olhar mais detido e apurado pode não somente encontrar pontos comuns entre ambos, como reconhecer seu caráter de complementaridade e mesmo de indissociabilidade. Um pouco da evolução do conhecimento científico pode ajudar a compreender a necessidade desta evolução no âmbito da fé.&lt;br /&gt;Quando passou a sedimentar-se como visão de mundo bastante eficaz, a ciência se baseava fundamentalmente em observações, onde cabia ao pesquisador tornar-se o mais imparcial quanto possível, servindo tão somente como registrador dos fenômenos observados. Destes registros surgia uma interpretação posterior baseada em linguagem técnica e, por vezes, matemática. Já em meados do século XIX passaram a surgir publicações interessadas nos mecanismos de funcionamento da ciência, bem como os primeiros cursos institucionalizados de epistemologia. Com isso, mudou-se um pouco a visão imperante sobre o método científico e começou a se criar uma nova abordagem. Nesta, o cientista não faria simplesmente observações, mas as faria ancoradas em hipóteses elaboradas anteriormente. Assim, a observação seria um recorte a partir das hipóteses do cientista, buscando evidências para comprová-la ou refutá-la. As hipóteses iriam direcionando o caminho da pesquisa, sendo reelaboradas conforme a necessidade das conclusões encontradas. Já no século XX ocorre nova transformação no pensamento científico, onde as grandes descobertas deixam de ser provocadas na observação do mundo dos fenômenos e passam a emergir da meditação sobre aspectos racionais de teorias anteriores. Há uma inversão da prioridade do realismo enfatizando-se o racionalismo, onde grandes teorias surgem pelo exercício da abstração e da imaginação e menos por questões concretas e observáveis. Não que a análise do mundo exterior em si não tenha importância alguma, mas ele vai servir para provocação e estimulação de questões abstratas, cuja consistência lógica vai buscar submeter seus resultados aos objetos do real, inovando-os e alçando-lhes aspectos antes inacessíveis. Portanto, as hipóteses vão surgir como sínteses e não mais como elaborações desconexas. Como exemplo, temos Einstein questionando o princípio da simultaneidade do tempo newtoniano e alguns matemáticos questionando o postulado das paralelas na geometria euclidiana, cujas descobertas proporcionaram feedback no mundo do real e os renovaram, permitindo enxergar pontos antes obscuros à simples observação.&lt;br /&gt;De acordo com esta abordagem inicial pode-se fazer um paralelo com a fé. Se esta não fosse congelada por uma visão dogmática, centrada em dogmas e revelações seguiria o mesmo caminho da ciência, uma vez que ambas possuem uma inter-relação fundamental que será comentada adiante. Inicialmente a fé surgiu, ou assim se imagina que tenha surgido, por observações concretas de alguns fenômenos. Ela derivava da observação direta. Posteriormente, aquele que mantinha fé fazia hipóteses sobre o mundo, cujos eventos poderiam ou não comprovar sua fé, transformando-a e obrigando-a a se renovar. Atualmente, seria o tempo da fé se deter em questões lógico-abstratas que poderiam elucidar questões do real ainda não possíveis de serem esclarecidas através de evidências, mas bastante plausíveis pelo rigor filosófico. Partindo deste princípio não se deixa de perceber uma nítida coincidência entre as trajetórias da fé e da ciência. De onde surge este acontecimento? Do simples motivo da fé consubstanciar a atividade científica, onde é uma transformação da fé que possibilita uma transformação da ciência. A grande dificuldade surge quando se fala em fé religiosa e se tenta atribuir a ela caracteres distintivos da fé científica. E esta questão sedimentou-se num senso comum que se imiscuiu mesmo nas mentes mais privilegiadas. Como exemplo, citemos novamente Einstein. Mesmo um cientista de tamanha envergadura e com ideais tão nobres ainda era capaz de fazer concessões à idéia de tradição.&lt;br /&gt;Sendo o núcleo científico filosófico ele se sustenta em uma fé. Basicamente na fé de que há uma ordem no Universo e de que o entendimento humano é capaz de compreendê-la. Porém, graças ao sucesso do método científico e a comprovação das hipóteses através de evidências concretas deixou-se de refletir as premissas científicas organizadas pela fé. E esta reflexão passou despercebida, pelo menos pela grande maioria, quando Einstein enunciou a Teoria da Relatividade que a rigor não possuía evidência nenhuma a não ser a consistência lógica de seus postulados. Inicialmente sua aceitação, para aqueles que tivessem essa coragem, era simplesmente uma posição de fé. Mas uma fé sustentada pela razão. A fé religiosa funciona da mesma maneira. Quando nos primórdios da humanidade se observavam fenômenos climáticos e a eles se atribuíam divindades começava a surgir uma concepção de mundo ordenada. Houve dinâmica da fé e as concepções religiosas foram se alterando. A grande crise foi quando surgiram igrejas buscando o monopólio da explicação religiosa, congelando a fé em dogmas e submetendo-as às massas através de aceitação passiva. Criou-se a idéia de que surgiam na humanidade figuras extraordinárias que traziam conhecimentos sagrados por via da revelação e que não podiam ser questionados, mas aceitos por ato de “fé” e transmitidos sob a forma de tradição. Esta mentalidade instaurou-se tão fortemente que atualmente cientistas que conduzem suas pesquisas com rigor metodológico, são altamente críticos na discussão de seus resultados, mas quando abordam questões religiosas sucumbem a dogmas e aceitações acríticas, ignorando que sendo a fé que ampara ambas as atividades, a postura crítica, reflexiva e racional diante delas deveria ser a mesma.&lt;br /&gt;Desta percepção é possível avaliar uma das grandes conquistas do Espiritismo e um dos seus pontos originais: a fé racional. A rigor a fé é por excelência racional, uma vez que é a possibilidade de estender o olhar para pontos obscuros a partir de conhecimentos já consolidados. O que Kardec fez com bastante competência foi ressaltar esta posição com argumentações lógicas. Foi revolucionário ao propor que sendo o polissistema espiritual passível de verificação racional e análise crítica dentro de um quadro de leis naturais e não extraordinárias, a fé resultante deveria ser racional. Toda crença poderia e deveria ser justificada, estando aberta a crítica, ao diálogo e a influência de novas descobertas. Viveu no tempo em que começavam a formular hipóteses para as observações, fazendo o mesmo. Colhendo mensagens mediúnicas ao redor do mundo todo descartava ou reforçava suas hipóteses, procedendo de forma rigorosamente científica. Mas já começava a precipitar uma nova epistemologia quando enfatizou questões contrárias ao senso comum que ainda não poderiam ser provadas por evidências, mas sim com a argumentação crítico-racional. Daí explicitou que a fé só poderia existir se oportunizasse menor resistência do real, portanto construída sob a égide da razão e da crítica. Contemporaneamente, este ponto é fundamental para o Espiritismo. Assim como Einstein na gênese de suas teorias não encontrava evidências concretas para comprová-las servindo-se apenas do suporte da consistência lógica, o Espiritismo ainda não encontra instrumentos adequados para comprovar imortalidade da alma, reencarnação, mediunidade e outros pontos. Mas centrando-se criticamente em pontos morais e naturais da existência, desdobra conteúdos lógicos que possibilitam a crença racional nessas teses, além da possibilidade de enxergar pontos antes invisíveis ao olhar comum.&lt;br /&gt;Concluindo, se quer colocar que não há uma grande diferença entre fé e ciência, onde a primeira estrutura a segunda. E por este princípio não deveria haver diferença ente fé científica e fé religiosa, não podendo se atribuir características específicas para cada uma delas, uma vez que a idéia de fé tem uma essência que não se modifica conforme a atividade que sustenta. A grande confusão surge pelo senso comum de fé, transmitida basicamente por algumas igrejas e distribuídas por todos os segmentos da sociedade. O Espiritismo objetiva trabalhar criticamente o conceito de fé, para romper com a crença comum de sua aceitação passível e originada na idéia de revelação, promovendo a auto-emancipação do homem pelo conhecimento, onde cada um possa defender aquilo que acredita em princípios lógico-racionais, aberto a mudanças por constatação de eventos ou pelo diálogo construtivo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-3281357889726245390?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/3281357889726245390/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=3281357889726245390' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/3281357889726245390'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/3281357889726245390'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2008/02/f-racional.html' title='Fé Racional'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-5189157174088354344</id><published>2008-02-06T11:25:00.000-08:00</published><updated>2008-02-06T11:26:12.030-08:00</updated><title type='text'>Construção do Caráter</title><content type='html'>Sempre que nos deparamos, um pouco admirados e perplexos, com a trajetória de pessoas que souberam efetivar nas suas existências conhecimento, bondade e amor, nos questionamos os motivos pelos quais estes atingiram esta condição. E lendo a história de vida destas pessoas impressiona que desde cedo soubessem muito bem o que queriam e o modo consciente e responsável para a conquista dos objetivos. Diante disso queremos nos transformar a nós mesmos, buscando fazer dos eventos banais do cotidiano grandes acontecimentos e demonstração de grandes saberes, tais quais aqueles a quem admiramos. Assim, gostaríamos de saber dizer sempre a coisa certa na hora certa, como Jesus. Ou manter a convicção moral de Gandhi. Ou a humildade e dedicação de Einstein. Mas despreparados que ainda somos, ao falhar pela primeira vez jogamos tudo para o alto, justificando nosso fracasso com uma ideologia qualquer.&lt;br /&gt;A grande questão é compreender que devemos aprender a viver os detalhes e o momento presente, querendo nos guardar de querer construir a toda hora grandes momentos.&lt;br /&gt;Esses há quem admiramos construíram todo saber numa trajetória reencarnatória pela qual vieram agregando lentamente conhecimentos, os reforçando pela disciplina e compondo momento a momento seu caráter. Devido ao seu preparo, em certas situações, assumem missões nas quais podem revelar e expressar toda uma experiência que foi sendo sedimentada paulatinamente nos detalhes, proporcionando então os grandes feitos.&lt;br /&gt;Dostoiévski disse, através de um de seus personagens em “Irmãos Karamazov”, que um homem num impulso de amor pela humanidade poderia deixar se sacrificar na cruz, mas quem sabe talvez não conseguisse viver harmonicamente uma semana com um estranho sob o mesmo teto. Devemos construir nosso caráter dia a dia, nas pequenas coisas, nos pequenos detalhes. Quem sabe cumprimentando as pessoas ao nosso redor, ou talvez não se irritando no trânsito, ou ainda exercendo nossos ofícios com dedicação e responsabilidade. O fato é que somente no aprendizado cotidiano e mediante o processo reencarnatório poderemos estar aptos para os grandes feitos, os grandes acontecimentos, nunca esquecendo que a beleza de um quadro também reside nos seus detalhes.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-5189157174088354344?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/5189157174088354344/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=5189157174088354344' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/5189157174088354344'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/5189157174088354344'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2008/02/construo-do-carter.html' title='Construção do Caráter'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-1109720707700303210</id><published>2008-02-04T09:28:00.001-08:00</published><updated>2008-02-04T09:28:49.682-08:00</updated><title type='text'>Método Científico de Kardec</title><content type='html'>Para que se possa compreender o método científico que Kardec utilizou para realizar a codificação espírita é necessário primeiramente entender a concepção epistemológica que emergiu no século XIX e proporcionou diversas descobertas nas mais variadas áreas. Se Bachelard afirma que o novo pensamento científico no início do século XX se caracterizou por uma prioridade do racionalismo frente ao chamado realismo, o século XIX deu ênfase para o empirismo, construindo novas teorias através de experimentações, verificações e observações. Charles Darwin foi um dos expoentes deste método que também promovia inovações. Durante muito tempo as pesquisas científicas se limitavam simplesmente a observar, onde o cientista era treinado para colher dados e transcreve-los cuidando ao máximo para não interferir ou deles tirar conclusões precipitadas. Já na metade do século XIX, com o surgimento de obras voltadas especificamente para a epistemologia, o método se alterou: o pesquisador formulava a partir de suas observações hipóteses para posteriormente serem comprovadas ou descartadas mediante as evidências, sendo que no caso de serem refutadas novas hipóteses eram formuladas. Darwin, segundo consta dos revisores contemporâneos de sua obra, era exímio nesta arte de incansavelmente formular e reformular hipóteses submetendo-as aos experimentos e observações.&lt;br /&gt;Kardec que fazia parte da construção desta nova mentalidade e possuía uma excelente educação formal, também se serviu deste método para elaborar a codificação espírita. O próprio exemplifica claramente isso na introdução do “Evangelho Segundo o Espiritismo”, ressaltando passo a passo como fazia para introduzir um novo conceito e construir o edifício do Espiritismo. Primeiramente ele colhia e analisava mensagens do seu entorno, oriundas dos médiuns com os quais trabalhava mais frequentemente. Quando aparecia uma nova idéia, ele avaliava se ela era logicamente consistente. Posteriormente ele combinava com todo arcabouço espírita já alcançado para perceber se havia coerência. Se a idéia passasse por estes critérios era formulada uma nova hipótese, que dependeria de observações para ser descartada ou corroborada. As observações ocorriam da seguinte forma: Kardec publicava a mensagem na Revista Espírita e aguardava respostas de várias partes do mundo com mensagens espírita versando sobre o mesmo assunto para perceber se havia ou não uma universalidade no conteúdo. Era um trabalho meticuloso de análise, para garantir que cada novo conceito houvesse passado por um critério rigoroso de verificação, tal qual os experimentos científicos da época. Quando uma mensagem alcançava este valor de universalidade, Kardec aguardava o momento adequado para lançar o novo conceito.&lt;br /&gt;Além disso, Kardec ainda mantinha todo um modo pedagógico de construir suas obras, revelando uma sintaxe por detrás dos processos morais. Não vou me estender nesse assunto, mas indico a excelente obra “Sintaxe dos Processos Morais - Um estudo sobre a estrutura do código moral na Codificação da Doutrina Espírita” de César Graça (este livro foi recentemente lançado pela Sociedade Brasileira de Estudos Espíritas em Curitiba. Quem tivesse interesse em adquiri-lo e dificuldade em achá-lo poderia me contatar que eu facilitaria a transação).&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;              *****************************************************&lt;br /&gt;P.S.: Como abordei um pouco sobre ciência hoje, recomendo o recém-inaugurado blog &lt;a href="http://www.rui-paz.blogspot.com/"&gt;www.rui-paz.blogspot.com&lt;/a&gt; que, entre outras coisas, trata da ciência na contemporaneidade, sobre transdisciplinaridade, eslética, complexidade e assuntos afins.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-1109720707700303210?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/1109720707700303210/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=1109720707700303210' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/1109720707700303210'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/1109720707700303210'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2008/02/mtodo-cientfico-de-kardec.html' title='Método Científico de Kardec'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-5195761058333062931</id><published>2008-02-01T09:30:00.000-08:00</published><updated>2008-02-01T09:31:27.498-08:00</updated><title type='text'>Atualização Espírita</title><content type='html'>Embora as relações mediúnicas sejam comuns desde os tempos mais remotos e interpretadas das mais variadas maneiras por diferente culturas e a Doutrina Espírita venha sendo materializada e objetivada na Terra desde seu primeiro habitante auto-consciente, só se pode falar em Espiritismo a partir de Allan Kardec. Não só pelo fato do mesmo ter criado a palavra e desenvolvido o conceito, mas pelo risco que se corre em atribuir o rótulo de Espiritismo para ideologias, crenças ou manifestações culturais anteriores.&lt;br /&gt;Dos vários méritos de Kardec, talvez dois sejam especiais para a história do pensamento da humanidade: o primeiro, em demonstrar que as relações entre os polissistemas espiritual e material, antes entendidas como relações com o divino, o sagrado, o oculto, etc., são passíveis de análise crítica e inteligíveis mediante a relação harmônica de ciência, filosofia e religião; o segundo, decorrência lógica e direta do primeiro, é de que a fé deve estar sustentada numa base racional. Com isso demonstrou ineficaz várias das liturgias anteriores e dos cerimoniais baseados em mitos, lendas e mistificações.&lt;br /&gt;Kardec tornou possível estas conclusões utilizando-se de um método científico para colher mensagens mediúnicas do mundo todo, fazendo controle e reconhecendo um núcleo central, promovendo assim, a codificação da Doutrina Espírita mediante o esforço do Espiritismo. Também colocou para as gerações posteriores que o trabalho da codificação é dinâmico, em face dos novos alcances nos segmentos da ciência, filosofia e religião e da construção dos novos contextos culturais. O Espiritismo possui um núcleo, composto pelos princípios de Deus, Jesus e moral cristã, reencarnação, livre arbítrio e comunicação entre os polissistemas, que deve ser permanentemente reinterpretado face aos novos acontecimentos. E estas interpretações devem estar baseadas em todo conhecimento alcançado pela humanidade, numa avaliação crítica e criteriosa. Por isso o Espiritismo não é de forma alguma dogmático, esotérico, místico ou ocultista, estando ao alcance de todos, sendo dever de cada um combinar e recombinar a estrutura espírita sabendo interpretar os fatos concretos cotidianos a partir deles num exercício hermenêutico. Isso não significa que cada um deve fazer a avaliação que quiser descompromissada com qualquer justificativa, mas deve reconhecer o discurso espírita, suas bases lógicas e codifica-los para o momento presente.&lt;br /&gt;A cultura brasileira, aquela que mais objetivamente ergueu a bandeira do Espiritismo, parece ainda ignorar profundamente as teses de Kardec. Motivo pelo qual continuam interpretando os fatos novos através de idéias ultrapassadas e datadas, estagnando novos conhecimentos e deturpando as idéias espíritas. Isto fica evidente em várias das publicações espíritas que circulam pelo país, demonstrando desconhecimento da filosofia espírita, agindo ainda mediante  uma cultura católica e criando uma representação falsa do que significa o Espiritismo. Uma vez que ele possui uma base, muita bem justificada e argumentada, é necessário se deter sobre ela para interpretar o mundo e compor novos conhecimentos, promovendo a permanente codificação da mensagem espírita.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-5195761058333062931?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/5195761058333062931/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=5195761058333062931' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/5195761058333062931'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/5195761058333062931'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2008/02/atualizao-esprita.html' title='Atualização Espírita'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-7557639077248206074</id><published>2008-01-23T07:46:00.000-08:00</published><updated>2008-01-23T07:47:53.727-08:00</updated><title type='text'>O Absurdo Ainda Reinante</title><content type='html'>Quando o escritor e filósofo francês Albert Camus escreveu “O Homem Revoltado” deixou claro na introdução que este livro se tratava de uma maneira de entender seu tempo. Seguindo este raciocínio colocou que sua época era marcada pelo crime calculado sustentado por ideologias que definissem os fins últimos da humanidade, uma vez que a carência de sentido para a vida oportunizava este tipo de pensamento. Ainda de acordo com Camus, a lógica do absurdo que se instaurara há algum tempo, inicialmente era utilizada como forma de justificar o suicídio, posteriormente justificando a morte do outro em prol de uma causa tida como “justa”. Mesmo com Camus demonstrando a falácia do suicídio e do assassinato em nome do absurdo tais crimes não cessaram de acontecer. &lt;br /&gt;Não tenho a pretensão de compreender meu tempo, mas algumas coisas chamam a atenção. Se inicialmente o chamado absurdo, ou inexistência de sentido para a vida, incentivou o suicídio e posteriormente a morte de outros em nome de ideais elevados, hoje parece que o absurdo autoriza a morte do próximo em nome de qualquer motivo banal, sem necessidade de justificativa, apenas com o intuito de se ver livre dos problemas ou de atingir fins particulares que não digam respeito a mais ninguém. Faz um tempo atrás Woody Allen lançou o filme “Match Point”, que seria uma espécie de paródia de “Crime e Castigo”. Se na obra de Dostoievski o protagonista sugeria fins humanitários e louváveis para justificar o assassinato, no filme de Allen ele é justificado apenas como forma de privilegiar o protagonista que, incapaz de resolver sua vida, encontra na morte do outro o caminho mais fácil para seguir um cotidiano sem maiores complicações.&lt;br /&gt;Talvez a morte banal tenha se tornado um pouco norma, no que se permite enxergar a idéia do absurdo rondando livre e eficazmente. É claro que o crime também se sustenta em outros motivos, como a desigualdade social, por exemplo. Mas mesmo esses crimes variam suas modalidades em função de seus contextos, o que mostra que mesmo nestas práticas há bastante da banalização da vida. Basta imaginar que nas décadas anteriores ninguém mataria apenas por um par de tênis.&lt;br /&gt;A lógica pessimista e veiculadora do absurdo se instaurou principalmente na quebra com a tradição e no desgaste dos dogmas religiosos. Assim, muitos valores foram pulverizados e tudo passou a ser relativizado, tornando-se impraticável a busca por qualquer essência humana. Se por um lado as teses pós-modernistas deflagraram a hipocrisia de algumas práticas sociais, por outro descontruíram valores que a humanidade construiu ao longo do tempo sem deixar a possibilidade de se erguerem outros no lugar. Com isso parece ter se formado duas formas de pensamentos. Um para as massas, ainda sujeita a dogmas, superstições e descrenças na cultura e outra para as chamadas elites universitárias, cuja moda parece ser a visão pessimista, a descrença, o ceticismo inveterado, onde falar de qualquer valor passado ou de qualquer crença num Creador parece infantil ou deve vir cercado de uma série de cuidados. A universidade tornou-se refratária a quaisquer valores, sendo que para mencioná-los são necessários espaços adequados e em contextos diferenciados.&lt;br /&gt;Diante da ausência de normas e referências atuais é tarefa do Espiritismo resgatar valores do passado para o momento atual. Porém, esses devem sofrer uma análise crítica e serem contextualizados para o momento presente, bem como justificados dentro de uma argumentação lógica. Com a atual banalização do sexo muitos começam a devotar um discurso passado de preservação da virgindade, de pureza do corpo e do pecado da relação. Isto é altamente pernicioso. O necessário é se utilizar de valores antigos mas reconvertidos em face do novo, com uma linguagem que faça significação e promova o objetivo do Espirtitismo: valorização plena da vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-7557639077248206074?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/7557639077248206074/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=7557639077248206074' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/7557639077248206074'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/7557639077248206074'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2008/01/o-absurdo-ainda-reinante.html' title='O Absurdo Ainda Reinante'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-8508440957739015229</id><published>2008-01-18T11:42:00.000-08:00</published><updated>2008-01-18T11:43:40.164-08:00</updated><title type='text'>Aviso</title><content type='html'>Por estar viajando não tenho atualizado os textos. Devo retornar dia 22 de janeiro quando devo voltar a atualizá-los.&lt;br /&gt;Agradeço a todos os leitores as visitas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-8508440957739015229?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/8508440957739015229/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=8508440957739015229' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/8508440957739015229'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/8508440957739015229'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2008/01/aviso.html' title='Aviso'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-5517314809884631362</id><published>2008-01-12T09:08:00.001-08:00</published><updated>2008-01-12T09:08:28.334-08:00</updated><title type='text'>Prece Espírita II</title><content type='html'>Na coluna anterior comentei um entendimento geral do Espiritismo sobre a prece, no que poderia ficar a pergunta: “Qual a utilidade em se fazer prece por terceiros?” Para se entender esta questão é necessário adentrar um pouco na especificidade das teses espíritas.&lt;br /&gt;A prece pode visar possibilidade de comunicação com os espíritos desencarnados, visando deles alguma espécie de auxílio. Entretanto, isso deve ser visto com cuidado, observando dois pontos particulares:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;1º O processo de comunicação com os espíritos desencarnados é complexo, sendo que para entendê-lo várias são as causas a serem observadas, atentando que na comunicação o espírito encarnado nunca é passivo e a possibilidade de ser auxiliado será tanto mais eficaz quanto maior for seu merecimento;&lt;br /&gt;2º Os espíritos desencarnados só atuam com função específica, nunca de modo aleatório e sem uma objetividade pontual. Promovem atuações quando estas se enquadram dentro do equilíbrio harmônico dinâmico, sendo que suas capacidades de agir não são frutos de uma natureza “diferenciada”, mas apenas resultantes do conhecimento anteriormente construído e da amplidão com que podem interagir. Com isso, depreende-se que há especialismo entre os espíritos desencarnados, onde melhor pode ajudar aquele que construiu conhecimento em determinado segmento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Feitas estas considerações pode-se afirmar que a prece, quando feita no momento novo sem repetições vazias e com sentimento, proporciona um ambiente em que facilita o acesso para atuação dos espíritos desencarnados. Estes não conseguem simplesmente agir mediante vontade própria, mas necessitam de uma ponte de comunicação que é o pensamento dos espíritos encarnados.&lt;br /&gt;Muitas vezes pessoas que estão com problemas, de ordem física, moral ou espiritual, não conseguem manter pensamentos equilibrados, o que dificulta a ação dos espíritos desencarnados. Nestes casos a prece por terceiros é válida, uma vez que uma pessoa sinceramente pensando positivamente em outra pode abrir um campo onde a atuação do polissistema espiritual seja possível. Entretanto, a pessoa que esta desequilibrada deve ter merecimento para ser auxiliada. E por merecimento não se deve entender privilégio, mas comportamentos e objetivos previamente construídos em harmonia com o conjunto cósmico. A ação dos espíritos desencarnados se realiza na medida em que o reequilíbrio de determinado encarnado contribui para que possa retomar sua trajetória evolutiva. Quando o desequilíbrio da pessoa é apenas um reflexo de uma desordem interior que irá permanentemente impor desarranjos, o auxílio espiritual parece injustificado.&lt;br /&gt;No caso das preces por terceiros o importante é sempre manter um pensamento sincero e elevado e adequado para o momento, onde as palavras de Gandhi são muito oportunas: “Numa prece, é melhor que haja um coração sem palavras do que palavras sem coração”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-5517314809884631362?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/5517314809884631362/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=5517314809884631362' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/5517314809884631362'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/5517314809884631362'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2008/01/prece-esprita-ii.html' title='Prece Espírita II'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-7597395128642346611</id><published>2008-01-08T07:49:00.001-08:00</published><updated>2008-01-08T07:49:31.317-08:00</updated><title type='text'>Prece Espírita I</title><content type='html'>O entendimento espírita sobre a prece não pode ser avaliado a partir de um senso comum isento de uma análise mais apurada dos fundamentos e princípios espíritas contextualizados com o momento presente. Assim, é comum encontrar em abordagens sobre a prece espírita resquícios de outros pensamentos e filosofias incompatíveis com a interpretação espírita, bem como com uma linguagem retrograda que inibe uma possibilidade de renovação do Espiritismo diante do contínuo do tempo.&lt;br /&gt;Normalmente quando religiosos em geral, ou até mesmo cientistas e céticos, se referem à prece, o fazem no sentido de um pedido a uma divindade qualquer visando um interesse específico em causa própria ou em nome de terceiros. Daí já se percebe a prece espírita diametralmente oposta ao entendimento ordinário: enquanto na maioria das vezes se pensa a prece como forma de momentaneamente inverter a lógica de funcionamento das coisas para atingir determinado fim, na prece espírita se busca, pelo contrário, entender o mecanismo orgânico de funcionamento do Cosmos para harmonizar-se com ele. A prece espírita não objetiva “suspender” temporariamente lei nenhuma, mas sim compreendê-las para ajustar cada comportamento singular a elas.&lt;br /&gt;Esse posicionamento pode gerar alguns entendimentos equivocados. O filósofo Arthur Schopenhauer detectou uma crise proveniente de uma incompatibilidade entre o sentido do mundo e o sentido da vida de cada um, voltando-se às religiões orientais declarando o comportamento de recolhimento e passividade o mais adequado a fim de evitar o sofrimento. Esta não é a concepção espírita. Para o Espiritismo a busca pela harmonia com o sentido cósmico é essencialmente ativo, criativo, original e pautado na construção do conhecimento. Não se busca compreender a ordem cósmica e submeter-se a ela como quem se diminui frente a uma força arbitrária, mas se busca conhecer esta ordem entendendo-a como aquela compatível com uma lógica de convivência conjunta que permite uma organização de totalidade com a possibilidade de expressão integral de cada vida dentro de suas possibilidades.       Por isso a prece é extremamente ativa, pois ela implica no fato de cada um saber avaliar todo o contexto cultural, social, político, econômico, natural em que está inserido para assim, depreender as orientações cósmicas gerais e adapta-las no entorno em que pertence. Este é sempre um ato hermenêutico de converter orientações gerais para situações específicas.&lt;br /&gt;São por esses motivos que a prece não pode ser algo decorado, mas palavras que num momento de crise sensibilizem cada um a refletir qual significado atribuem para o Creador, para a vida e para suas existências, reinterpretando o momento emergente a partir do conhecimento que alcançou. Assim, a prece é sempre nova, para o momento novo. Não inclui somente palavras, mas principalmente ações que sintonizem o sentido cósmico. Neste sentido o ideal é que cada um não fizesse preces, mas vivesse em prece, através de pensamentos, ações, palavras e sentimentos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-7597395128642346611?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/7597395128642346611/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=7597395128642346611' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/7597395128642346611'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/7597395128642346611'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2008/01/prece-esprita-i.html' title='Prece Espírita I'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-1471212257228719899</id><published>2008-01-07T12:54:00.000-08:00</published><updated>2008-01-07T12:55:46.800-08:00</updated><title type='text'>Espiritismo, Literatura e o Nosso Tempo</title><content type='html'>Avaliar o tempo em que se vive é sempre uma tarefa árdua e de certa forma fadada ao fracasso, uma vez que estando influenciados por nossa própria época acabamos por comprometer uma busca pela imparcialidade. O ideal é sempre uma análise mais distante, futura, onde o transcorrer dos anos permite enxergar de maneira mais adequada como as coisas realmente aconteceram. Mas isso não impossibilita que continuemos a indagar e refletir nosso contemporâneo, buscando respostas para entendê-lo. Mesmo que comprometidos com ele e por isso construindo uma visão parcial, muitas vezes as respostas são surpreendentemente satisfatórias.&lt;br /&gt;Conversando esses dias com uma amiga estivemos juntos pensando um pouco na literatura dos dias de hoje e no que ela reflete nossa sociedade. Se voltarmos no final do século XIX iremos perceber que predominavam os romances psicológicos, muito fortes na literatura russa e com ecos em outras partes do mundo, como é o caso de Machado de Assis no Brasil. Já no início do século XX parece haver duas correntes literárias principais que se desdobram a partir de autores consagrados. De um lado surge, com Kafka, o absurdo como lógica da vida, que se repercute em autores como Jorge Luis Borges e em movimentos como o realismo mágico na América Latina, cujo principal expoente é Gabriel Garcia Márquez. De outro lado surgem as narrativas a partir do “fluxo da consciência”, expressão de William James, manifesta nos romances de James Joyce e Marcel Proust e que se repercutem em diversos autores, como Virginia Wolf, William Faulkner e Oswald de Andrade. Essas duas tendências arrastam-se até o presente, onde começa a haver uma originalidade nos escritos dos autores da atual geração.&lt;br /&gt;Lendo a revista literária norte-americana Granta, que conta com jovens autores e já teve contos de pessoas como Coetzee e Vargas Llossa em início de carreira, é possível perceber um estilo extremamente comprometido com a realidade, com todo seu coloquialismo e com uma linguagem marcada fortemente pela velocidade das imagens do cinema. O curioso é que os contos não versam sobre detalhes do cotidiano que escondem questões de interesse universal, mas numa grande parte das vezes tratam de assuntos autobiográficos, sobre detalhes muito particulares, sendo muito deles contendo fatos desagradáveis. Como disse minha amiga referindo-se a uma crítica que havia lido, estes contos ficam muito presos a especificidades.&lt;br /&gt;Em um de seus poemas Maury Rodrigues da Cruz afirmou: “A incerteza do futuro nos faz demorar sobre as vitórias”. O triste é que na pós-modernidade, há incerteza não só do futuro como também do presente, o que leva as pessoas a se demorarem até mesmo sobre seus fracassos. É como se qualquer registro, positivo ou não, pudesse testemunhar uma existência numa época em que tudo se desfaz rapidamente e existem dificuldades para cada um em construir sua identidade. Assim, narrar do modo mais real possível quaisquer fatos, ainda que insignificantes, oportuniza para o autor um sentido qualquer para a vida, num mundo onde há carência cada vez maior disso.&lt;br /&gt;Diante disso percebe-se o compromisso que o Espiritismo tem em proporcionar através do Centro Espírita um local diferenciado que ensine para cada um a permanência das mudanças, o resgate de valores e a capacidade de cada um em compatibilizar seus anseios com toda organização natural e cultural que o cerca, onde a literatura possa sempre significar um chamamento para um segundo olhar sobre a existência.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-1471212257228719899?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/1471212257228719899/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=1471212257228719899' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/1471212257228719899'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/1471212257228719899'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2008/01/espiritismo-literatura-e-o-nosso-tempo.html' title='Espiritismo, Literatura e o Nosso Tempo'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-3450484313246559159</id><published>2008-01-04T07:08:00.000-08:00</published><updated>2008-01-04T07:10:56.655-08:00</updated><title type='text'>Espiritismo e Homossexualidade</title><content type='html'>Após uma breve pausa de final de ano pretendo estar atualizando quase que diariamente este blog. Agradeço a visita de todos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;****&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;No meio espírita parece ser a norma taxar o homossexualismo de desequilíbrio, desvio ou de qualquer outro eufemismo que queira na verdade salientar implicitamente o homossexual como aberração, como pervertido. E como o Centro Espírita busca se colocar aberto a todos não resta outra saída senão receber em seu espaço também os homossexuais, mas cuidando sempre de enxergá-los como pessoas menores necessitadas de apoio e auxílio. Essas idéias não chocam se observarmos a série de livros psicografados no Brasil, propagando esse senso comum sobre o homossexualismo, isentos de avaliação crítica, onde o caráter de psicografia autoriza uma verdade absoluta. Mesmo nas obras da codificação ou na de autores como Léon Denis encontra-se mensagens que sustentem argumentos como os acima descritos. Mas aí o que falta é uma análise hermenêutica do tempo histórico, político, social e cultural. Na verdade o que essas opiniões sobre homossexualismo ressaltam é uma ignorância profunda da filosofia doutrinária espírita, bem como o de uma completa incapacidade de interpretar fatos recorrentes a partir de entendimentos e conceitos novos.&lt;br /&gt;Se a relação básica entre os seres humanos é de amor, como Kardec ressaltou avaliando a partir de um critério lógico a mensagem de Cristo, este pode se manifestar sobre diversas formas. Para que ele seja efetivado deve estar amparado pela construção do conhecimento, onde sua legitimidade se faz na valorização do outro e da vida, dentro de um equilíbrio harmônico e sustentado numa lógica conjuntiva. Por isso, o amor tem um caráter transdisciplinar, uma vez que é uma essência manifesta em diferentes existências.&lt;br /&gt;O que contraria o amor é a banalização do outro, sua utilização para fins particulares. Neste caso toda e qualquer relação de devassidão, libertinagem e com vistas exclusivas ao prazer da matéria nega o exercício do amor, comprometendo o crescimento evolutivo. Neste caso se for comprovado estatisticamente que há maior libertinagem entre homossexuais, deve-se criticar este comportamento e não o homossexualismo em si. Associar a devassidão ao homossexualismo incorre em uma falácia lógica, uma vez que tal comportamento também é verificado entre heterossexuais. O que pode ser feito é avaliar sociologicamente o motivo pelo qual homossexuais tenderiam a ser mais devassos, o que não exclui a possibilidade de se encontrar diversos casais homossexuais que contribuam mutuamente para um crescimento e realizem uma relação de dignidade e defesa ampla e integral da vida, expressando desta forma o amor. Com isso é possível concluir que o homossexualismo também é uma forma pela qual o amor pode se manifestar.&lt;br /&gt;O Espiritismo não deve condenar ou defender o homossexualismo em si, mas fazer avaliação dos valores que sustentam uma relação. Se forem de dignificação da vida são positivos, independente da forma em que se manifestem. Portanto, não se pode julgar o homossexualismo, mas sim relações homossexuais a partir dos valores que a edificam, o que significa que afirmar o homossexualismo como aberração ou desvio reflete desconhecimento grave da filosofia espírita.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-3450484313246559159?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/3450484313246559159/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=3450484313246559159' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/3450484313246559159'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/3450484313246559159'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2008/01/espiritismo-e-homossexualidade.html' title='Espiritismo e Homossexualidade'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-91645640602986448</id><published>2007-12-19T07:51:00.000-08:00</published><updated>2007-12-19T07:52:10.638-08:00</updated><title type='text'>O Espiritismo e a Massa Crítica Brasileira</title><content type='html'>Quando surgiram no século XIX na Europa e Estados Unidos, os fenômenos mediúnicos atraíram todo tipo de pessoas. Desde curiosos, farsantes e aproveitadores até pesquisadores amadores e outros mais graduados. Há inclusive casos ilustres de indivíduos renomados que se detiveram nesse assunto realizando abordagens mais sérias. Alguns deles foram o filósofo francês Henri Bergson, o filósofo e psicólogo norte-americano William James, o francês ganhador do Nobel de fisiologia Charles Richet, o físico inglês William Crookes, entre outros. O próprio Kardec, responsável pela codificação espírita mediante um método científico, foi um respeitável pedagogo francês com um vasto conhecimento em diversas áreas tendo estudado no Instituto Pestallozzi. Portanto, quando se fala sobre Espiritismo neste período são esses os nomes que surgem, bem como o de outros diversos pesquisadores que trabalharam em questões empíricas dos fenômenos mediúnicos e na parte conceitual espírita. Os médiuns figuravam em segundo plano, conhecidos hoje por terem sido citados nas obras dos autores mencionados.&lt;br /&gt;No Brasil ocorre justamente o contrário. Por diversos fatores os médiuns adquiriram aqui uma aura de importância tal que encobriram a divulgação de qualquer tentativa mais séria de pesquisa sobre o Espiritismo. Enquanto no período da codificação havia um critério rigoroso para filtrar um número enorme de mensagens de médiuns proveniente do mundo inteiro, comparando seus conteúdos a fim de extrair pontos comuns para a formulação de novos conceitos, em solo brasileiro basta afirmar que uma mensagem é “ditada” por algum espírito para ser tomada como verdade inconteste. Se por um lado a proliferação de uma série de romances mediúnicos a partir das décadas de 50 e 60 ajudou a disseminar o Espiritismo no Brasil, por outro a ausência de uma análise hermenêutica comprometeu drasticamente seu conteúdo.&lt;br /&gt;Atualmente é comum a divulgação de idéias e teorias científicas sob a forma de livros romanceados, onde ninguém tem dificuldade em diferenciar o que é ficção ou o que é realidade. Todo mundo entende que se referir ao quantum como um “pacote de energia” é um recurso didático e uso de analogia. Além disso, ninguém imaginaria, ou admitiria, serem utilizados em cursos de graduação de Física livros como “Alice no País do Quantum”, por exemplo. Já entre os espíritas, entretanto, parece não haver diferença alguma entre o romance e a linguagem técnica, científica, uma vez que se toma uma descrição romanceada dos fenômenos mediúnicos ao pé da letra, como se fosse a mais apurada verdade, tornando um especialista em Espiritismo o leitor destas obras. Ainda mais se elas vierem assinadas por espíritos já desencarnados. Quem muito soube se aproveitar deste fato foram algumas editoras que descobriram um novo filão. Lançar obras mediúnicas, legítimas ou não, é lucro garantido.&lt;br /&gt;São comuns que idéias surgidas dentro de um contexto ao migrarem-se para outro sofram algumas transformações. Mas o Espiritismo surgido na Europa alcançou uma configuração completamente outra no Brasil. Um dos exemplos é a inquestionabilidade que alcançaram alguns médiuns por aqui. Várias são as explicações possíveis para isso. Eu arrisco uma relativa ao momento contemporâneo. Normalmente o Espiritismo é acusado de elitismo por possuir um grande contingente de membros com educação superior. Concordo. O Espiritismo exige massa crítica e mentalidade científico-filosófica para que possa ser codificado por cada um. Com isso não se quer barrar aqueles com menor grau de instrução. Mas se quer fazer do Centro Espírita local de debate de idéias e provocação para a educação continuada. Para um país que sofreu um fenômeno recente do aumento de faculdades, ainda é extremamente baixa a parcela da população com terceiro grau. Isso é prejudicial para cada indivíduo, é prejudicial para o país e é prejudicial para o Espiritismo, que continua a ser em nosso território uma pálida sombra do que poderia realmente ser.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-91645640602986448?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/91645640602986448/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=91645640602986448' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/91645640602986448'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/91645640602986448'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2007/12/o-espiritismo-e-massa-crtica-brasileira.html' title='O Espiritismo e a Massa Crítica Brasileira'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-3372464077328762782</id><published>2007-12-18T09:29:00.001-08:00</published><updated>2007-12-19T05:57:16.770-08:00</updated><title type='text'>Religião Espírita</title><content type='html'>Quando nos primórdios da humanidade o ser humano foi concebendo um mundo independente do seu, separando uma unidade interior e outra exterior, constituindo sua psique e fazendo autopercepção, passou a atribuir aos fenômenos externos certas divindades. Este exercício tinha como função ordenar o mundo e conferir certo sentido a ele. Esta atividade era a gênese do pensamento religioso, que conferiu aos indivíduos noções de causalidade, tempo e espaço, desnaturalizando alguns dos imperativos categóricos kantianos. O pensamento religioso não é uma etapa no desenvolvimento da humanidade que é peculiar ao “selvagem” e sobreposta pela ciência. É a forma de pensamento que reunindo as causalidades que o cercam e refletindo a condição humana, busca conferir algum sentido para a existência, combinando os “rumos” do Cosmos com os propósitos de cada vivência particular. Por isso, por mais refinadas que sejam as concepções de causalidade, o pensamento religioso nunca irá desaparecer, uma vez que é sempre a busca de um propósito para a vida no contexto em que esta se insere, nunca cessando de questionar quem é o homem.&lt;br /&gt;Visto por este prisma é fácil perceber que a igreja surgiu muito tempo depois, centralizando sua estrutura em torno de um núcleo de interpretação que é transmitido por uma série de estratégias aos seus membros participantes. Todas as críticas que intelectuais de diversas áreas dirigem hoje para a religião deveriam ser transferidas para o fenômeno das igrejas, pois são elas que limitam o livre pensar,além de criar e impor comportamentos discrepantes com a realidade. A religião é forma de pensamento que independente de igreja qualquer continuará a existir.&lt;br /&gt;O Espiritismo não se constitui em igreja, mas sustenta-se na ciência, filosofia e religião. Uma das originalidades da codificação espírita empreendida por Kardec foi ter demonstrado que as relações entre os polissistemas material e espiritual são passíveis da análise crítica e da elaboração de leis, fato que proporcionou a justificativa de uma fé racional. Por isso a ciência e a filosofia têm um papel muito importante, fornecendo ao espírita uma concepção mais adequada do mundo e da vida, sustentando para que o pensamento religioso possa melhor adaptar a existência singular de cada um em harmonia com o conjunto cósmico.&lt;br /&gt;Apesar de tudo é fácil compreender porque muitos ainda enxergam o Espiritismo de uma forma desvirtuada e em semelhança com igrejas. Grande parte desta culpa é dos próprios espíritas, que com mentalidade de igrejas diversas e pensamento retrógrado e engessado, fizeram do centro espírita uma igreja. Basta ver a imposição de interpretações que alguns promovem ou os ritos de casamento que outros começam a popularizar. Contra isso, é necessário afirmar o centro espírita como um espaço diferenciado que proporcione ao seu freqüentador referências de ciência, filosofia e religião alcançadas pela humanidade, cuja principal tarefa é ensinar cada um a pensar. Tudo que é ensinado tem de ser justificado, inclusive os princípios espíritas alcançados por Kardec pelo método científico. Isso sendo feito, cada um estaria livre e capaz de contextualizar esses ensinamentos na sua vida, sendo que aí, o número de religiões desejável seria o número de pessoas que existissem.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-3372464077328762782?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/3372464077328762782/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=3372464077328762782' title='1 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/3372464077328762782'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/3372464077328762782'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2007/12/religio-esprita.html' title='Religião Espírita'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-2628331073638962965</id><published>2007-12-14T08:06:00.000-08:00</published><updated>2007-12-14T08:08:24.094-08:00</updated><title type='text'>À Espera de um Debate</title><content type='html'>Têm sido comuns as obras em favor do ateísmo e contrárias às religiões de modo geral. Evidente que isto contribui para um pluralismo de idéias e um debate mais profícuo acerca da contemporaneidade. Dentre os vários livros lançados um ganhou bastante destaque tornando-se best-seller em alguns países: Deus – Um Delírio, do zoólogo Richard Dawkins. Li com bastante atenção este livro e confesso que pensei muito tempo se deveria ou não menciona-lo neste espaço. Por mais humilde que seja esta coluna lançar qualquer luz sobre Dawkins é promover justamente o que ele deseja: estar sob os holofotes. Para quem tem acompanhado um pouco de sua trajetória nos últimos anos já sabe que entre a exposição à mídia com busca pela popularidade e o comprometimento sério com a atividade científica ele já parece ter deixado claro sua posição. Não que seu livro seja totalmente ruim. Pelo contrário. Há pontos bastante importantes, assim como diversos outros descartáveis. Lastimável é a forma como conduz sua narrativa, negando durante o processo o seu próprio objetivo de fornecer uma alternativa científica contra a religião. Se os usos da ironia e do deboche fazem de sua leitura mais agradável, interdita qualquer reflexão mais séria e realmente científica sobre ela. Mas parecem ter atendido às expectativas do autor, sendo que ele é citado hoje em algumas listas como um dos maiores intelectuais vivos da humanidade. Cada um tire suas próprias conclusões. Vamos à obra em questão.&lt;br /&gt;De positivo Deus – Um Delírio rompe com a falsa idéia de que questões religiosas são intocáveis, sendo que em inúmeros casos essa imunidade contra opiniões camufla uma série de crimes e atitudes estapafúrdias em nome de alguma divindade. Assim, o autor aproxima o fundamentalismo cristão norte-americano ao talebã afegão, demonstrando como a atual mentalidade religiosa nos Estados Unidos compromete muito dos princípios democráticos construídos na sedimentação de sua república, inibindo a liberdade de imprensa sobre certos assuntos. Além disso, Dawkins acerta quando apresenta um ateísmo humanista, colocando como mesmo a pessoa não possuindo uma religião várias são as referências para que possa conduzir-se adequadamente na convivência com os outros. Isto anula a sentença de Raskolnikov de que se Deus não existe tudo é permitido. Haja vista o exemplo de ateus ilustres, como Bertrand Russel, por exemplo.&lt;br /&gt;A obra de Dawkins se mostra falha em diversos aspectos. Primeiramente busca se utilizar da autoridade científica do autor para legitimar suas idéias, como se tudo o que estivesse escrito fosse de caráter científico. Um absurdo! No único capítulo em que se apresentam evidências científicas para uma probabilidade muito alta da não-existência de Deus, são utilizadas idéias que, longe de serem consenso na comunidade científica, são, pelo contrário, bastante controversas. Dawkins adentra um campo que, sendo desconhecido por grande parte das pessoas, é possível se falar qualquer coisa que será tomada pelo leigo como verdade. Outro erro capital do zoólogo é não separar religião de Igreja, de forma que coloca todas as crenças no mesmo balaio (não vou me estender neste ponto por que isso será assunto de uma próxima crônica). Também é gritante seu desconhecimento de Antropologia, sendo que já foram demonstradas várias pesquisas de como a religião pode condicionar o pensamento das pessoas de modo a controlar suas reações e disposições. É claro que um mundo em que as pessoas adotassem valores humanistas seria muito melhor. Mas seria inocência pensar que as pessoas simplesmente trocariam de crenças como quem troca de roupa. Outra falha antropológica foi ignorar qual função representou o pensamento religioso na gênese da humanidade.&lt;br /&gt;De modo geral o Espiritismo permaneceu imune a todas as críticas (como sempre permanece nas críticas religiosas). Desde Laplace (que teria respondido a Napoleão Bonaparte que não tinha mencionado Deus em uma de suas obras por não ter precisado desta hipótese) muitos propagam que a ciência é a atividade humana num mundo em que Deus não existe. O espiritismo não comunga desta idéia e fornece argumentos interessantes para tanto. Com isso não se quer afirmar que as teses espíritas estão acima de qualquer crítica. Pelo contrário. Lamenta-se que poucas pessoas mencionem o Espiritismo na forma adequada de seus princípios. No final do século XIX o médico e pesquisador russo Aksakof escreveu mais de 700 páginas que resultaram na monumental obra “Animismo e Espiritismo” em resposta as críticas do filósofo alemão Eduard von Hartmann. No prefácio Aksakof se dizia contente por finalmente ter tido a oportunidade de ler e refletir acerca de críticas bem elaboradas ao Espiritismo por pessoas externas a ele. Oportunidades como essas são raras. Primeiro porque normalmente as críticas religiosas ignoram o posicionamento espírita. Segundo porque, quando o fazem, o fazem com um desvirtuamento completo das concepções espiritistas.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-2628331073638962965?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/2628331073638962965/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=2628331073638962965' title='3 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/2628331073638962965'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/2628331073638962965'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2007/12/espera-de-um-debate.html' title='À Espera de um Debate'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-5433889234816381793</id><published>2007-12-13T08:44:00.000-08:00</published><updated>2007-12-13T08:45:06.425-08:00</updated><title type='text'>Espiritismo e Democracia</title><content type='html'>O Espiritismo defende alguns princípios transculturais que promovam em amplo sentido defesa, valorização e dignificação da vida. Decorrentes destes emergem alguns valores que devem ser protegidos para que os indivíduos no conjunto das convivências mútuas possam exprimir sua singularidade compondo seus comportamentos e hábitos harmonicamente no contexto em que transitam. Liberdade, responsabilidade e direito integral à vida são algumas das exigências mínimas a serem contempladas para que seja satisfeita uma dinâmica móvel e equilibrada de inter-relacionamento. Estas são melhores expressas em governos democráticos, onde as trocas entre o poder dirigente e as exigências e anseios da população são realizadas de tal modo que haja construção de espaços diversificados e pluralistas com uma base comum de sustentabilidade para a reciprocidade social. Por este motivo o Espiritismo posiciona-se fortemente em favor da democracia como a melhor forma de governo, sendo a que permite um exercício mais pleno da existência singular de cada indivíduo no meio em que está inserido.&lt;br /&gt;O filósofo austríaco Karl Popper também era forte defensor da democracia, colocando que a pergunta essencial em filosofia política, contrária ao questionamento de Platão sobre quem deveria governar, seria qual a melhor forma de governo de modo a evitar que mesmo governantes incompetentes e corruptos causassem os menores danos possíveis? Neste caso a democracia, através de suas instituições, deveria controlar e domesticar o poder público, promovendo o diálogo necessário para a promoção construtiva do espaço público. Sob este aspecto é gritante e perceptível que não se vive no Brasil uma democracia. No máximo uma democracia governada, nunca governante.&lt;br /&gt;É fácil e cômodo atribuir os problemas do país aos ocupantes dos cargos políticos, mas de acordo com o critério de Popper a efetivação de um Estado democrático é responsabilidade de todos os cidadãos, sendo participativos e exigentes quantos aos seus direitos e, principalmente, cumprindo com seus deveres. Manifestar-se criticamente contra medidas antidemocráticas e comprometedoras é papel primordial da população, exercendo esta função dentro dos trâmites legais, sem desvirtuamento de caráter e sem proporcionar massas de manobra para aproveitadores. Os Estados Unidos sabiam isto desde a fundação de sua república, motivo pelo qual Tocqueville, que lá estudou a democracia, atribuiu uma importância fundamental à liberdade de imprensa em território norte-americano, onde opiniões alternativas poderiam ser consideradas e ouvidas garantindo uma diversidade de expectativas e respostas democráticas a elas, bem como poderia haver um controle dos excessos do poder público. Atualmente, mesmo em países como o Brasil, a possibilidade de uma reivindicação ou reclamação está ao alcance de um e-mail. É triste que um país que possua tantos espíritas manifestos tenha uma consciência e cultura política tão fraca e descompromissada. Talvez isto seja reflexo da mentalidade religiosa ocidental, onde se preocupa demasiadamente com questões metafísicas abstratas  infelizmente desvinculadas da área primordial de ação para o espírito encarnado: o contexto concreto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-5433889234816381793?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/5433889234816381793/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=5433889234816381793' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/5433889234816381793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/5433889234816381793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2007/12/espiritismo-e-democracia.html' title='Espiritismo e Democracia'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-7680353158379396937</id><published>2007-12-12T08:14:00.000-08:00</published><updated>2007-12-12T08:42:48.225-08:00</updated><title type='text'>Rotina e Inovação</title><content type='html'>O objetivo do espírito encarnado é conviver com culturas, pessoas e locais diferenciados de forma a poder construir conhecimentos e revelar a si mesmo, manifestando e/ou aprofundando questões não realizadas em encarnações pretéritas. Portanto, a função da reencarnação é fundamentalmente proporcionar conhecimento de si, dos outros e do mundo. Deste modo, o ideal seria que cada indivíduo aproveitasse ao máximo os momentos novos, a diversidade e as experiências vividas para agregar saberes e transformar comportamentos. Cada vez que penso neste fato não deixo de me lembrar do livro “A Invenção de Morel” do argentino Bioy Casares. Para quem não conhece o resumo da estória aí vai: um cientista cria uma máquina capaz de não somente apreender a imagem das pessoas, como também seus sentimentos, sendo capaz de reproduzi-los. Assim, momentos bons podem ser permanentemente revividos, sendo que o custo da exposição contínua à máquina acaba por ser a própria morte. Se me lembro desta obra é porque penso o quanto as pessoas se esforçam por construir rotinas seguras, buscando reviver sempre as mesmas sensações querendo eternizar-se nas repetições, onde as conseqüências, como no romance de Casares, é a própria morte. Não a morte literal, mas aquela morte para o novo, que acaba por significar, em certo sentido, a “morte” do espírito.&lt;br /&gt;Infelizmente para alguns, mas felizmente para os objetivos da existência, “a repetição não gera igualdade”, como colocou o espírito Antônio Grimm (psicofonado pelo médium Maury Rodrigues da Cruz). Para aqueles que querem construir rituais semanais de forma a alcançar as mesmas sensações a crise é inevitável, uma vez que cada momento é único e os desdobramentos são singulares. Mesmo repetindo as mesmas ações e comportamentos os resultados acabam por ser sempre diferenciados, pois o contexto é sempre dinâmico. E se não aproveitamos esta dinâmica da mudança, não só sofremos e nos desapontamos como nos impedimos de melhor nos conhecer e nos expressar face às incertezas e os inesperados do cotidiano.&lt;br /&gt;O oposto também é pernicioso, uma vez que uma rotina mínima garante o cumprimento de tarefas que se renovam e se impõe para nós todos os dias. A geração nascida na década de 80 teve em muitos casos suas necessidades satisfeitas pelos pais, de modo que a única coisa que sobrou foi a rotina do ócio. Como o espírito é sensibilizado para o novo e neste caso este lhe foi usurpado, muitos passaram a correr atrás das novidades, vivendo do efêmero, do fugaz e dos desafios aos limites, transgredindo regras e valores. Daí a banalização da violência na juventude atual, o aumento do consumo das drogas, o apelo sexual, entre outras questões fundamentalmente desconstrutivas.&lt;br /&gt;Neste caso, como na maioria, percebe-se o meio termo como o bom senso. Saber construir uma organização diária de modo a satisfazer as necessidades materiais e existenciais da vida é imprescindível. Assim como estar apto a se renovar todos os dias enfrentando criticamente os novos desafios, recombinando saberes anteriores para construir conhecimentos originais e diferenciados para promover transformações significativas. Novamente citando o espírito Antônio Grimm (psicofonado pelo médium Maury Rodrigues da Cruz): “Os espíritos ensinam, através da Doutrina dos Espíritos, que a casa espírita, na visão curricular construtivista, não poderá sensibilizar os indivíduos à procura da novidade, mas deverá fortalecer curricularmente em cada um o enxergar, o alcançar, em profundidade, a construção do novo”.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-7680353158379396937?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/7680353158379396937/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=7680353158379396937' title='0 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/7680353158379396937'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/7680353158379396937'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2007/12/rotina-e-inovao.html' title='Rotina e Inovação'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-7944026128038740952.post-1005056309278653635</id><published>2007-12-11T08:06:00.000-08:00</published><updated>2007-12-11T18:14:44.508-08:00</updated><title type='text'>Espiritismo e Expressão do Ser</title><content type='html'>O espírito sendo portador do conhecimento, posição que defende o Espiritismo, alcançou no ser humano um equilíbrio cognitivo dinâmico e móvel com o meio natural que o permitiu expressar uma autoconsciência e possibilidade de combinação e recombinação desenvolvendo através da linguagem uma maior interação com os outros constituindo a cultura. Este equilíbrio do aparelho cognitivo inter-relacionado com uma variação estável dos sentidos foi o que melhor permitiu ao espírito se manifestar no corpo humano de forma a melhor construir e exercer seus conhecimentos. Basta imaginar que se nossa condição habitual fosse aquela análoga ao estado entorpecido induzido por substâncias alucinógenas dificilmente teríamos alcançado a condição que alcançamos.&lt;br /&gt;Diante deste quadro, é possível reconhecer um trabalho lento e gradual do espírito na matéria num exercício de leis naturais que num processo evolutivo proporcionaram a condição humana. Esta construção é, portanto, essencialmente natural, onde o espírito construiu seu livre-arbítrio podendo manifestar originalmente suas potencialidades. Quando em face da cultura de modelos, fortemente prescritiva, o indivíduo falha em manifestar sua própria individualidade, naquilo que ela tem de única e também de universal, surge uma crise. Nestas situações costuma-se romper com o equilíbrio natural procurando alternativas para a satisfação. As mais comuns costumam ser as drogas, que estimulando algumas substâncias internas do organismo proporcionam uma sensação de bem-estar. Porém, esta sensação é apenas um contraste da inaptidão do indivíduo em expressar-se plenamente, utilizando do alucinógeno como um paliativo fugaz e efêmero das frustrações existenciais.&lt;br /&gt;Curiosamente as drogas se popularizaram entre as massas do ocidente nas décadas de 60 e 70 pelos movimentos sociais de contracultura que alardeavam uma integração maior com a natureza. Com isso trouxeram elementos descontextualizados de outras culturas, utilizando de plantas alucinógenas como a possibilidade de uma imersão interior. Nada absolutamente mais falso. Uma vez que a droga promove uma desarmonização do organismo e uma falha deste em processar as informações do meio, elas contradizem fortemente sua justificativa de integração com a natureza, gerando, pelo contrário, uma desvinculação com a mesma. E não foram poucos os movimentos religiosos que pregavam uma necessidade de abertura das percepções por meio destas substâncias, sendo estes movimentos também responsáveis por sua propagação. O encontro interior de cada um consigo mesmo é um processo crítico, reflexivo, ponderado e permanente, sendo que estas premissas excluem de antemão qualquer possibilidade da utilização das drogas para tal objetivo.&lt;br /&gt;Hoje as drogas estão disseminadas nos centros urbanos tendo como uso a satisfação imediata. Já não se parece mais querer utilizá-la para uma aparente integração com a natureza, mas propositadamente como uma forma de afastamento dela. Talvez a saída mais coerente desta crise seja o próprio exercício natural do ser com o contexto ambiental e sócio-cultural em que está inserido, onde o espírito possa alcançar sua voz e toda capacidade de expressão. Como? Pelo exercício pleno, e não mascarado, de suas capacidades: na instrução, educação, leitura de mundo, das pessoas, das coisas, na convivência com a diversidade, na conquista das amizades, enfim, na construção do amor – não o amor enquanto conceito desfigurado e "sentimentalóide", mas na sua vinculação imprescindível e necessária com o conhecimento.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/7944026128038740952-1005056309278653635?l=espiritismoempauta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/feeds/1005056309278653635/comments/default' title='Postar comentários'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=7944026128038740952&amp;postID=1005056309278653635' title='2 Comentários'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/1005056309278653635'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/7944026128038740952/posts/default/1005056309278653635'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://espiritismoempauta.blogspot.com/2007/12/espiritismo-e-expresso-do-ser.html' title='Espiritismo e Expressão do Ser'/><author><name>Guilherme Knopak</name><uri>http://www.blogger.com/profile/07435550217124550654</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='16' height='16' src='http://img2.blogblog.com/img/b16-rounded.gif'/></author><thr:total>2</thr:total></entry></feed>
